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Lewis Hamilton se sagrou campeão do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1 neste domingo pela quinta vez na carreira, quebrando o recorde que pertencia a Michael Schumacher, com quatro vitórias no circuito de Hungaroring. Após vencer em casa, em Silverstone, o atual campeão mundial foi o mais rápido novamente e assumiu a liderança do campeonato, que era de Nico Rosberg. Agora seis pontos à frente de seu maior rival, Hamilton segue provando que irá defender seu título com unhas e dentes na principal categoria do automobilismo mundial.


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Antes da primeira etapa dos treinos livres do GP da Hungria, a equipe Mercedes anunciou, em seu site e através de suas redes sociais, a renovação de contrato do atual líder do Campeonato Mundial, Nico Rosberg. O alemão, assim como Lewis Hamilton, será piloto da equipe por mais dois anos.

Com a renovação realizada, a Mercedes é mais uma equipe que manterá sua dupla de pilotos pelos próximos dois anos, já que Ferrari (Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen) e Red Bull (Daniel Ricciardo e Max Verstappen) também mantiveram sua escalação atual.

Aos 31 anos, o experiente piloto alemão integra a Mercedes desde que a equipe voltou ao cenário da Fórmula 1, em 2010. Foram 19 vitórias dirigindo o carro prateado e 25 pole positions conquistadas ao volante da máquina alemã.

Atualmente, Rosberg é o líder do Campeonato Mundial com 168 pontos, um à frente de Hamilton. O alemão abriu muita vantagem no começo da temporada, vencendo as três primeiras corridas, mas alguns deslizes nas pistas devolveram o equilíbrio à competição. Nico foi vice-campeão da F1 nos últimos dois anos, sempre atrás de seu companheiro


HAMILTON

O britânico Lewis Hamilton vai largar na pole position do Grande Prêmio da Inglaterra de F1 neste domingo (10). Ovacionado pela torcida, o piloto da Mercedes fez, em 1m29s287, a volta mais rápida do treino classificatório no circuito de Silverstone, neste sábado (9).

Seu companheiro de equipe, Nico Rosberg, líder do campeonato, vai largar na segunda posição.

Após o treino, o britânico prometeu mais um título de Grande Prêmio. “Eu vou dar tudo o que eu tenho (amanhã). Nós estamos começando com o pé direito, mal posso esperar.”

Com o resultado do sábado, Hamilton fica a apenas 10 poles de alcançar a marca do brasileiro Ayrton Senna como segundo piloto que mais largou na frente. Michael Schumacher, com 68 poles, é o primeiro.


ROSBERG

O alemão Nico Rosberg, da Mercedes, venceu neste domingo o Grande Prêmio da Rússia, no circuito de Sochi, garantindo o quarto triunfo em quatro corridas nesta temporada, ficando na frente do companheiro de equipe Lewis Hamilton e do finlandês Kimi Räikkönen, da Ferrari.

Atual vice-campeão mundial, Rosberg ampliou para 43 pontos a vantagem sobre Hamilton no campeonato e recebeu o troféu das mãos do presidente russo Vladimir Putin.


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Rússia – Lewis Hamilton bem que tentou neste domingo, em uma exemplar corrida de recuperação na Rússia, mas não alcançou Nico Rosberg, vencedor do GP disputado no Circuito de Sochi. O piloto alemão da Mercedes fez história ao faturar sua sétima vitória consecutiva na Fórmula 1, incluindo os três triunfos obtidos no fim do ano passado. Nesta temporada, somente ele venceu na categoria. O inglês terminou em segundo, após largar em 10º, e o finlandês Kimi Raikkonen completou o pódio. Felipe Massa ficou em 5º.

Com suas sete vitórias, Rosberg se igualou à marca do compatriota Michael Schumacher, obtida em 2004, e do italiano Alberto Ascari, entre os anos de 1952 e 1953. À frente do trio está somente outro alemão, o piloto Sebastian Vettel, dono de nove vitórias seguidas, no ano de 2013. Rosberg ainda ampliou a boa vantagem no Mundial de Pilotos. Com quatro vitórias nas quatro corridas disputadas em 2016, o alemão chegou aos 100 pontos, contra 57 do atual campeão Hamilton


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Vetado pelos médicos da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) do GP do Bahrein, marcado para este domingo, Fernando Alonso detalhou nesta quinta-feira os efeitos provocados pelo assustador acidente sofrido na abertura da temporada, revelando que sofreu pequenas fraturas nas costelas e teve problemas no pulmão, o que ainda não era de conhecimento público.

“Eu estava bem no domingo (20 de março, quando se acidentou no GP da Austrália). Um pouco de dor no joelho, mas não era grande coisa, então fui liberado e tudo estava bem. Na segunda-feira, eu tive um pouco de dor no geral, nada muito sério. Então eu voei, cheguei à Espanha e a dor era um pouco maior, por isso fizemos exames adequados e eu tinha um pequeno pneumotórax no pulmão”, disse.

Alonso esperava participar neste fim de semana do GP do Bahrein, mas o risco da lesão se agravar em caso de novo acidente e até mesmo afetar o funcionamento dos seus pulmões levaram os médicos da FIA a impedirem a sua participação na prova no circuito de Sakhir.

Alonso voltará a ser avaliado pelos médicos da FIA antes do início das atividades de pista da prova seguinte, o GP da China, marcado para 17 de abril. E o espanhol admitiu nesta quinta-feira que poderá ficar de fora de mais uma corrida da Fórmula 1 por causa do seu processo de recuperação.


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A Mercedes começou mais uma temporada da Fórmula 1 na frente. Na noite desta quinta-feira (manhã de sexta-feira local), o tricampeão Lewis Hamilton liderou o primeiro treino livre do ano, em preparação para o GP da Austrália, em Melbourne. Logo atrás do piloto inglês vieram os carros da surpreendente Red Bull, com o russo Daniil Kvyat e o local Daniel Ricciardo, em terceiro. Os brasileiros Felipe Massa e Felipe Nasr registraram o 12º e 13º tempo, respectivamente.

A primeira sessão oficial da temporada 2016 da F1 foi marcada pelo tempo instável. Chuva e vento atrapalharam o rendimento dos novos carros. A maior parte dos pilotos demorou para ir para a pista. A Ferrari, por exemplo, foi contida. O alemão Sebastian Vettel, sensação dos testes coletivos da pré-temporada, nem marcou tempo.

Com a pista seca ainda, Hamilton registrou o melhor tempo desta sessão de abertura do GP australiano: 1min29s725. Kvyat anotou 1min30s146, seguido do companheiro Ricciardo, com 1min30s875. O rendimento surpreendeu porque a Red Bull esteve longe de impressionar nas duas baterias de testes em Barcelona.