Uma repetição de um duelo tático entre Mercedes e Ferrari, como na Austrália, a equipe italiana se deu bem de novo, e Sebastian Vettel venceu a segunda etapa da temporada 2018, no Barein. Mesmo com pneus macios de 38 voltas (a corrida teve 57), o alemão resistiu a um ataque de Valtteri Bottas, que completou em segundo, 0s699 atrás. Lewis Hamilton foi o terceiro colocado mesmo largando em nono.

A tática esperada era de dois pit stops para os carros de ponta, mas a Mercedes enganou a Ferrari e adotou uma estratégia de apenas uma troca para pneus médios para seus dois pilotos, enquanto a equipe italiana, pega de surpresa, abortou a estratégia inicial e mandou Sebastian Vettel permanecer na pista até o fim com pneus macios. Aos poucos, Bottas tirou a diferença para Vettel, que neutralizou um ataque na última volta para vencer em sua corrida de número 200 na F1.

Com duas vitórias nas duas provas disputadas até aqui, Vettel chegou a 50 pontos na classificação do campeonato, contra 33 do vice-líder Hamilton e 22 de Bottas, o terceiro colocado.

Fora da briga Mercedes x Ferrari, o grande destaque da prova foi Pierre Gasly, que levou a STR a uma excelente quarta posição. Completaram a zona de pontuação da quinta à décima posições, Kevin Magnussen (Haas), Nico Hulkenberg (Renault), Fernando Alonso (McLaren), Stoffel Vandoorne (McLaren), Marcus Ericsson (Sauber) e Esteban Ocon (Force India).


Sebastian Vettel aproveitou a oportunidade de um Safety Car virtual para roubar a vitória a Lewis Hamilton no arranque da temporada de F1, em Melbourne.

O piloto da Ferrari fez a sua 200ª corrida na F1, veio de terceiros na largada para garantir num pitstop único, durante período de Virtual Safety Car, a passagem para o comando da corrida até o final.

Foi a 48ª vitória de Vettel na F1 e o seu 100º pódio. Vettel venceu pela 3ª vez na Austrália, igualando os triunfos de Jenson Button

A equipe italiana ainda assegurou o terceiro lugar no pódio com Kimi Raikkonen. De quebra, saiu de Melbourne na liderança do Mundial de Construtores.

Dono da casa, Daniel Ricciardo fez boa corrida de recuperação, mas terminou apenas em quarto com a RBR. Em quinto, um bom desempenho da McLaren com Fernando Alonso. O espanhol segurou a pressão de Max Verstappen nas últimas voltas e deixou o holandês, que errou demais ao longo da prova em sexto.

Companheiro de Hamilton na Mercedes, Valtteri Bottas foi prejudicado pelo acidente na classificação e conseguiu apenas a oitava posição, uma atrás do alemão Nico Hulkenberg, da Renault. O belga Stoffel Vandoorne e o espanhol Carlos Sainz completaram os dez primeiros.

A próxima corrida da Fórmula 1 está marcada para o dia 8 de abril, em Sakhir, no Bahrein.


A Mercedes ganhou ainda mais confiança para garantir um bom resultado no Grande Prêmio da Austrália.

Após liderar o primeiro treino livre no circuito de Albert Park, em Melbourne, Lewis Hamilton voltou a reinar no traçado com pneus ultra macios, desta vez cravando 1min23s931 como melhor volta para garantir novamente o time alemão no topo do grid na segunda sessão.

Quem também teve novamente um grande desempenho foi Max Verstappen. Depois de deixar a Ferrari para trás e ficar em terceiro lugar na prática anterior, o jovem holandês da Red Bull foi ainda melhor na última sessão do dia e garantiu o segundo melhor tempo ao cruzar a linha de chegada em 1min24s058, superando, inclusive, o finlandês Valtteri Bottas, que teve de se conformar com o terceiro lugar (1min24s159) após escapar da pista algumas vezes durante o treino.

Fernando Alonso, por sua vez, fez o que pôde com o ainda limitado carro da McLaren e repetiu o oitavo lugar do primeiro treino livre. O bicampeão mundial cravou 1min25s200 como melhor tempo e deve brigar neste sábado, dia do treino classificatório, por uma vaga no Q3, disputando as primeiras dez colocações do grid.


A Petrobras confirmou nesta terça-feira o acordo com a McLaren para se tornar sua fornecedora de combustível a partir do próximo ano. Para isso, a estatal brasileira realizará estudos em parceria a engenheiros da equipe inglesa.

A parceria prevê também a divisão de ideias tecnologicas entre as duas empresas. O acordo, a princípio, não envolve, a participação de pilotos brasileiros na equipe. O contrato prevê a volta da Petrobras a Fórmula 1, que já foi a fornecedora de combustível da Williams, durante 10 anos, (1998 a 2008). Durante este  período, a equipe foi vice-campeã de construtores em 2002 e 2003 e terceira colocada por três temporadas: em 1998, 2000 e 2001.

A divulgação desta parceria com a empresa brasileira acaba um longo contrato de 23 anos da escuderia com a Mobil, que era a sua fornecedora oficial. Vale salientar ainda que a McLaren anunciou no final do ano passado que trocará, já neste ano, os seus motores Honda pelos propulsores Renault.

Fonte> emcimadolance


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Agora é oficial. Após muitos rumores sobre uma possível volta de Felipe Massa à Fórmula 1, a Williams anunciou, na tarde desta segunda-feira, que fechou um acordo com o brasileiro por mais uma temporada. O piloto havia se aposentado da categoria no final de 2016, mas voltou atrás e seguirá na equipe que defendeu desde 2014.

Na temporada 2017, Massa correrá ao lado do canadense Lance Stroll, de apenas 18 anos, que fará sua estreia na F1. Assim, fica ainda mais forte a evidência de que o finlandês Valtteri Bottas se transferirá à Mercedes para assumir o lugar deixado por Nico Rosberg, que se aposentou cinco dias após a conquista de seu primeiro título mundial. A própria Williams comunicou que liberou Bottas para se juntar à equipe alemã.

Felipe havia anunciado sua aposentadoria da Fórmula 1 em setembro, quando revelou que só correria até o fim da temporada de 2016. Desde então, diversas manifestações de agradecimento ao brasileiro foram realizadas, tendo como momento marcante a corrida do piloto em Interlagos, no que seria seu último GP do Brasil.

Porém, com o desejo da Mercedes de contar com Bottas, o fato de ficar sem um piloto experiente no grid de 2017 pesou para a Williams. Stroll fará sua estreia na F1 e, com diversas mudanças no regulamento, a equipe britânica gostaria de contar com alguém que tivesse experiência na categoria. Assim, após muitas especulações, a Williams acertou o retorno de Massa por mais uma temporada, a quarta do brasileiro com o time.


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O piloto espanhol Fernando Alonso promoveu nesta sexta-feira uma “roda de respostas” em sua rede social oficial, respondendo perguntas de seus fãs. Quando questionado sobre quais pilotos escolheria caso fosse dono de uma escuderia da Fórmula 1, Alonso não titubeou.

“Se fosse chefe escolheria Carlos Sainz e Vandoorne para a minha equipe”, afirmou.

O belga Stoffel Vandoorne será o companheiro de Alonso na temporada 2017 na Fórmula 1, e irá substituir o piloto inglês Jenson Button, que resolveu tirar um ano sabático da categoria e deve retornar em 2018. Já Carlos Sainz é compatriota de Alonso e atualmente defende as cores da Toro Rosso. O jovem de 22 anos estrou na F1 em 2015.

Além de escolher seus pilotos para uma possível escuderia, o espanhol comentou sobre o momento mais difícil que já viveu em 15 anos de carreira.

“Seguramente foi na Malásia em 2010. Foi a corrida que passei mais apuros. Cada freada era um improviso constante para ver quantas marchas entravam. Foi um desafio incrível”, comentou.

Bicampeão mundial (2005 e 2006), o espanhol de 35 anos afirmou que a meta em 2017 é conquistar o título da F1. “O objetivo é ser campeão em 2017 e espero que sejamos competitivos. Cada ano cresce o respeito, carinho, valor e ofertas pelo meu trabalho”, finalizou.


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Lewis Hamilton se sagrou campeão do Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1 neste domingo pela quinta vez na carreira, quebrando o recorde que pertencia a Michael Schumacher, com quatro vitórias no circuito de Hungaroring. Após vencer em casa, em Silverstone, o atual campeão mundial foi o mais rápido novamente e assumiu a liderança do campeonato, que era de Nico Rosberg. Agora seis pontos à frente de seu maior rival, Hamilton segue provando que irá defender seu título com unhas e dentes na principal categoria do automobilismo mundial.