Quem nunca ouviu a frase: “sou como o vinho, quanto mais velho, melhor”! Esta frase faz parte de uma lenda que diz respeito aos vinhos.

Entretanto, na vida de nós humanos utiliza-se como uma maneira de reconhecer o valor daquelas pessoas que exercem alguma atividade durante muito tempo.

A propósito, recorro a esta máxima para trazer á luz do mundo do futebol, uma personagem do difícil mundo da arbitragem. Refiro-me a Antônio Carlos Bomfim, conhecido popularmente como “Carlinhos Qualquer Preço”.- apelido herdado do seu pai- portanto, nenhuma coincidência com o seu papel  como árbitro.

Tive a oportunidade de acompanha-lo em diversas oportunidades, seja em clubes, na Liga Valenciana ou em campeonato intermunicipal. Sempre irretocável. Sempre soprou a latinha com muita desenvoltura, bem pertinho dos lances e interpretando com muita sabedoria os lances de fato e de direto.

Por estas e por outras razões, reafirmando tudo que eu escrevi acima, o velho Carlinhos deu um show de arbitragem na final do Alto do São Roque. Uma partida muito truncada ele conseguiu chegar bem pertinho da perfeição. Aquela velha história que se repete: Quanto mais velho melhor. Esta é a minha opinião, segue o jogo Caro Leitor…


 

Descansar e desconectar são necessidades, principalmente para quem passa o ano todo conectado. Nosso corpo tem limites. Recarreguei minhas energias físicas, mentais e espirituais.

O momento agora é de recolocar tudo nos seus devidos lugares. Reconectar é preciso!

Já andei vasculhando a net. Sites, blogs, Facebook, Twitter e etecetera e tal… Algumas novidades e também mesmices. Ah! Conversei com muita gente boa do esporte valenciano. Atualizar o papo é preciso!

Boas notícias…

Até que enfim, foi nomeado o secretário de esportes. Gente da confiança do gestor municipal. Jean Macedo. Tem gente que não gostou. O tempo dirá quem ten razão!

Minhas recomendações ao novo gestor do esporte valenciano. Espero que seja embalado por novos conceitos, e que tenha a compreensão que esporte é um direito do cidadão e dever do Estado. Aliás, algo bem explicito no texto constitucional.

O novo secretário é um desportista. Agora, espera-se que possa mostrar competência política e técnica para quem sabe, tornar o esporte política do município. Este é um anseio da comunidade desportiva que anda cansada de sobreviver de migalhas e alvo de oportunismo político.

Uma má notícia…

… Ainda se discute o futebol valenciano pelo varejo. Interesses clubísticos sempre prevalecem. Em vez de colocar em pauta um planejamento para o futebol valenciano, os caciques do nosso pobre e decadente esporte bretão, resolveram entre eles que o campeonato mais uma vez terá que ser aberto. Sem problema. A assembleia, formada pelos dirigentes da mentora do futebol amador da cidade é soberana.

Por estas e por outras razões, nestes últimos anos pouca ou  nenhuma mudança tem ocorrido no esporte valenciano. É aquela velha história: Se você não sabe o que merece, qualquer coisa serve. Se você não sabe do seu valor, qualquer pessoa serve. Quando não se sabe para aonde vai qualquer caminho serve. Com a criação da secretária de esportes e a efetivação de um secretário, quiçá, esta realidade seja modificada  para o bem dos munícipes valenciano.

  Esta é a minha opinião, segue o jogo meu caro leitor (a)…

 

 


FOTO 1Olá pessoas, dei uma sumida. Foi a propósito. Afinal das contas, não sou de ferro. Recorrendo a uma antiga gíria, dei um tempo. Entretanto, foi por uma boa causa. Precisava cuidar de mim, sai de férias. Andei por aqui mesmo, redescobrir a Praia do Guaibim, há dois anos que não passava um período grande de descanso nesta beleza do nosso município. Uma pena que os gestores públicos cuidam tão pouco.

Descansar e desconectar são necessidades, principalmente para quem passa o ano todo conectado. Nosso corpo tem limites. Recarreguei minhas energias físicas, mentais e espirituais.

O momento agora é de recolocar tudo nos seus devidos lugares. Reconectar é preciso!

Já andei vasculhando a net. Sites, blogs, facebook, twiteer e etecetera e tal… Algumas novidades e também mesmices. Ah! Conversei com muita gente boa do esporte valenciano. Atualizar o papo é preciso!

Boas notícias…

…O novo gestor do município reafirmou seu compromisso de campanha, incentivar o esporte local. Estará enviando uma mensagem ao legislativo para a criação de uma secretaria de esportes- soube que tem vereadores já se posicionando contrário- faz parte, o regime é democrático.  Espera-se que seja aprovada a iniciativa do prefeito. Por outro lado, desejo que seja para estimular as modalidades esportivas e não para acomodações políticas.

O novo secretário de educação é um desportista. Que bom! Uma pena. Nem esquentou a cadeira. Pediu demissão.

Uma má notícia…

… Ainda se discute o futebol valenciano pelo varejo. Interesses clubísticos sempre prevalecem. Em vez de colocar em pauta um planejamento para o futebol valenciano, os caciques do nosso pobre e decadente esporte bretão, resolveram entre eles que o campeonato mais uma vez terá que ser aberto. Sem problema. A assembleia, formada pelos dirigentes da mentora do futebol amador da cidade é soberana.

Uma contradição…

… Aumentar os custos da competição e desejar transferir as contas para terceiros, “Como vovó já dizia:” Quem pariu Mateus que balance.

Por estas e por outras razões, nestes últimos anos pouca ou  nenhuma mudança tem ocorrido no esporte valenciano, principalmente no futebol. É aquela velha história: Se você não sabe o que merece, qualquer coisa serve. Se você não sabe do seu valor, qualquer pessoa serve. Quando não se sabe para aonde vai qualquer caminho serve.

  Esta é a minha opinião, segue o jogo meu caro leitor (a)…


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Na sexta-feira (28), próxima passada fui surpreendido com uma postagem no Facebook.  Professora Gilcélia Barbosa, com muita tristeza em um tom de desabafo, dizia-se decepcionada e por conta disto, estava jogando a toalha: encerrava-se um ciclo de um projeto de inclusão voltado para crianças e adolescente tendo a ginástica rítmica como ferramenta pedagógica. Motivo: falta de apoio, principalmente do poder público municipal.

Uma pergunta que não quer calar: por que será que é tão difícil fazer esporte em nosso país. Por que será que é tão difícil fazer em esporte em nosso município?

O trabalho da professora Gilcélia Barbosa agregava cerca de 150 crianças e adolescentes. Uma verdadeira inclusão social. Um projeto que colocou nossa cidade na pauta da ginástica brasileira. Muitos aplausos e discursos. Apenas isto. Ao apagar os holofotes e desligarem os microfones, a professora Gil se voltava para sua dura realidade. Ela cansou de ralar, desistiu. Uma pena!

Cadê o legado da Tocha Olímpica?

Copa do Mundo, Pan Americano e Olimpíadas. Gastou-se muito com estruturas esportivas e atletas ranqueados. E os outros? Os outros, nada.

Os rapazes e moças de lá levaram tudo.  “Como dizia o saudoso Chico Anísio: Brasil é uma sigla, que tem o seguinte significado”. “Bravos rapazes silenciosamente irão levando”. É isto mesmo, levaram as medalhas.  Enquanto isto, muitos dos nossos jovens mergulham no mundo das drogas.

Quais os culpados?

Um governo burocrático que dificulta o acesso  as verbas para o esporte, um empresário que só investe em atletas de ponta, ou agremiação esportivas desorganizadas e atletas sem nenhum senso de profissionalismo?  Apontar culpados é algo que me nego a fazê-lo. Entretanto, creio que cada de um de nós deve fazer uma reflexão para encontrar o seu próprio caminho.

Por estas e por outras razões, peço a professora Gil que esta sua desistência seja apenas um hiato. Uma pausa para reflexão! Nosso esporte precisa de sua competência e amor pela causa. Você faz parte do capital social acumulado do nosso município e este é o verdadeiro capital que faz  a sociedade se desenvolver. Esta é a minha opinião, segue o jogo…

 


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Alguns torcedores tem ido ao Estádio Antônio sereia acompanhar os trabalhos do selecionado valenciano, que se prepara para a disputa de mais um Campeonato Intermunicipal.

Um grupo de jovens com muita vontade e disposição se reúne no período da tarde durante cinco dias da semana. Transpiração não está faltando. Uma pena que muitos atletas da cidade optaram por outras seleções. Digo uma pena, porque poderíamos ter uma seleção mais competitiva.

Mesmo com todas as limitações os trabalhos estão sendo realizados. Diz o ditado popular, “quem trabalha Deus ajuda”. Apenas um detalhe: você precisa se ajudar. É o que esperamos dos jovens atletas. Apesar de existir muita dúvida no imaginário do torcedor valenciano.

Conversei com  Bruno, auxiliar técnico e ouvir dele qual ideia da comissão técnica, no tocante ao modelo de jogo. Jogar no 4.2.3.1 com dois meias abertos, compactação da linhas e recomposição rápida. Para completar o discurso da modernidade, faltou valorizar a posse da bola.

Conceitos bem atuais. Agora, fico a me perguntar: será que existem jogadores com competências para colocar na pratica estes conceitos?

Para implementar este modelo de jogo, algumas competências são necessárias: Saber se comunicar com a bola, com os companheiros, ter visão total do jogo e um bom condicionamento físico para atender as demandas da proposta de jogo em movimento.

Assistir a um treino e pude ver algo, conforme a ideia proposta: O posicionamento dos meias abertos como fossem pontas à moda antiga e vi muita movimentação.

Por estas e por outras razões, é prudente aguardarmos a evolução dos trabalhos para assim termos uma visão mais consistente do nosso selecionado. Que não se trata de constelação com estrelas grandiosas, porém com jovens atletas que querem mostrar serviço. Talvez, ai resida o diferencial competitivo. Esta é a minha opinião, segue o jogo.


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A distância de um pênalti marcado, a expulsão, ou seja, lá qual for a decisão de um árbitro sempre haverá um ruído. Quanto maior for à importância do jogo este ruído será maior. Sempre haverá, faz parte do jogo.

Existem dois tipos de erro no futebol: o erro de fato e o erro de direito.

O erro de fato é a inexata compreensão ou intepretação de um acontecimento do jogo, por exemplo: o juiz não vê uma falta por estar longe ou com a linha de visão encoberta. O erro deve-se a um problema de visualização.

O erro de direito caracteriza-se pela ignorância ou pela errada compreensão da regra, como por exemplo, marcar um gol de arremesso lateral.

Na minha ótica, o senhor Edivalter Marinho não cometeu nem erro de fato nem de direito. Caso ele houvesse cometido o erro. Sem problema.

Desnecessário dizer que o árbitro como qualquer ser humano está sujeito ao erro. Poderá falhar na sua avaliação, seja por interpretação ou por falta de informações naquele exato momento que o fato ocorre. O erro faz parte de nós humanos. Somos falíveis. Sujeitos a erros. O erro faz parte do futebol. O erro garante a discussão ao longo da semana. Na esquina, no bar onde quer esteja um apaixonado por futebol.

No mundo do futebol a emoção é muito presente, muito intensa e pode atrapalhar o exato julgamento. Isto serve para todos. Jogadores, árbitros, torcedores e dirigentes e companhia.

A atitude do treinador Zé Carijé ao final da partida entre Bolívia e Skiva no último domingo (12), gerou muitas manifestações por parte de atletas e principalmente os árbitros.

Por estas e por outras razões, é necessário que os dirigentes e atletas tenham o cuidado e o compromisso para que as declarações não sejam difamatórias.  Esta é a minha opinião segue o jogo…