Duas equipes tradicionais do futebol valenciano. Agremiações  que recebem um tratamento carinhoso dos seus torcedores e simpatizantes.

O Palmeiras rebatizado como o Periquito do Tento. O Ipiranga, por sua vez, o Canarinho da Vila Operária. Duas agremiações acostumadas a disputar títulos.

O Ipiranga recentemente papou o titulo de campeão em 2016. Já o Verdão do Tento foi finalista no ano passado (2017), quando foi derrotado pelo Bahia da Baixa Alegre.

O Palmeiras nos últimos anos tem recorrido a parcerias, como estratégias para redução dos custos.  Têm dado certo dentro de campo, boas campanhas realizadas.

  A pergunta que fica no ar, e fora de campo? Respondo com outra pergunta: por que tem trocado tanto de parceiros? Com a palavra, Domingo Assis.

E o Ipiranga, Dois anos de grandes investimentos. Um título em 2016 e uma campanha razoável em 2017.  Perdeu seu grande investidor, André Cairu,  por ironia do destino trocou a camisa amarela e preta por verde, vermelha e branca. O maior rival do time da Vila Operária, o Tricolor da Matriz.

Neste domingo (04), mais um desafio com lugar definido e hora marcada, às 16h00min, no Estádio Antônio Sereia. Bom público é esperado. Uma peleja com possibilidades iguais de vitória. Cinquenta por cento de chances para os dois lados, pois se trata de um clássico que historicamente tem se revelado com muito equilíbrio.

Ambas as equipes totalmente desfeitas e refeitas para este campeonato, mais uma razão que torna difícil um prognóstico. Por estas e por outras razões, nos resta apenas uma alternativa, esperar o último silvo do apito do árbitro da partida. Esta é a minha opinião, segue o jogo…


Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade, “Futebol se joga no estádio, futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma”. Hoje é domingo, dia de futebol.  Aqui em Valença diversos espaços esportivos a bola rola para alegria e deleite dos apaixonados pela bola. Aliás, o poeta também escreveu, “A bola é a mesma: forma sacra para craques e pernas de pau”.

Hoje bem cedo o espetáculo acontece em um torneio beneficente na prainha, Boca da Mata, distrito de Maricoabo. Também muito futebol no ginásio de esportes do município (Valença), onde as meninas estarão desfilando em um torneio.  Na parte da tarde a terceira Copa do Café, zona rural de Valença, dará início a sua segunda fase.

Sem demérito a outros equipamentos esportivos do nosso município, mas chique mesmo, é o estádio Antônio Sereia, para nós o santuário do futebol valenciano.  Bahia da Baixa Alegre, atual campeão, enfrenta o Skiva pela segunda rodada do campeonato valenciano. Uma expectativa, será que o público terá o tamanho da partida na abertura, quando o Bolívia aplicou uma sapecada para cima do Valença (3 a 0)?  Oitocentas almas pagaram ingressos para assistir uma boa partida de futebol.

E o jogo, Como será? Existe favorito?

Duas equipes com filosofias diferentes. O Bahia privilegia os atletas naturais de Valença, alguns cascudos com bons desempenhos outrora. O Skiva, ao contrário, tem um elenco formado por atletas de outras localidades. Um time que possui muitas figuras já conhecidas.

Enquanto o time da Baixa Alegre terá a responsabilidade de se manter no topo, afinal é o atual campeão da cidade, o Time da Moda busca o resgate do espírito de campeão. Uma partida onde o Vermelho e Preto da Vila Operária é favorito, entretanto, não há nenhuma garantia de triunfo porque terá pela frente um adversário difícil e acostumado a derrubar Golias. Não há como negar a superioridade do Skiva.  Porém, não basta técnica, habilidade, organização tática e preparo físico.

Acredito no que escreveu o outro poeta, Nelson Rodrigues:’ Quem ganha e perde as partidas é a alma”. Esta é a minha opinião, segue o jogo meu caro internauta.

 


Quem nunca ouviu a frase: “sou como o vinho, quanto mais velho, melhor”! Esta frase faz parte de uma lenda que diz respeito aos vinhos.

Entretanto, na vida de nós humanos utiliza-se como uma maneira de reconhecer o valor daquelas pessoas que exercem alguma atividade durante muito tempo.

A propósito, recorro a esta máxima para trazer á luz do mundo do futebol, uma personagem do difícil mundo da arbitragem. Refiro-me a Antônio Carlos Bomfim, conhecido popularmente como “Carlinhos Qualquer Preço”.- apelido herdado do seu pai- portanto, nenhuma coincidência com o seu papel  como árbitro.

Tive a oportunidade de acompanha-lo em diversas oportunidades, seja em clubes, na Liga Valenciana ou em campeonato intermunicipal. Sempre irretocável. Sempre soprou a latinha com muita desenvoltura, bem pertinho dos lances e interpretando com muita sabedoria os lances de fato e de direto.

Por estas e por outras razões, reafirmando tudo que eu escrevi acima, o velho Carlinhos deu um show de arbitragem na final do Alto do São Roque. Uma partida muito truncada ele conseguiu chegar bem pertinho da perfeição. Aquela velha história que se repete: Quanto mais velho melhor. Esta é a minha opinião, segue o jogo Caro Leitor…


 

Descansar e desconectar são necessidades, principalmente para quem passa o ano todo conectado. Nosso corpo tem limites. Recarreguei minhas energias físicas, mentais e espirituais.

O momento agora é de recolocar tudo nos seus devidos lugares. Reconectar é preciso!

Já andei vasculhando a net. Sites, blogs, Facebook, Twitter e etecetera e tal… Algumas novidades e também mesmices. Ah! Conversei com muita gente boa do esporte valenciano. Atualizar o papo é preciso!

Boas notícias…

Até que enfim, foi nomeado o secretário de esportes. Gente da confiança do gestor municipal. Jean Macedo. Tem gente que não gostou. O tempo dirá quem ten razão!

Minhas recomendações ao novo gestor do esporte valenciano. Espero que seja embalado por novos conceitos, e que tenha a compreensão que esporte é um direito do cidadão e dever do Estado. Aliás, algo bem explicito no texto constitucional.

O novo secretário é um desportista. Agora, espera-se que possa mostrar competência política e técnica para quem sabe, tornar o esporte política do município. Este é um anseio da comunidade desportiva que anda cansada de sobreviver de migalhas e alvo de oportunismo político.

Uma má notícia…

… Ainda se discute o futebol valenciano pelo varejo. Interesses clubísticos sempre prevalecem. Em vez de colocar em pauta um planejamento para o futebol valenciano, os caciques do nosso pobre e decadente esporte bretão, resolveram entre eles que o campeonato mais uma vez terá que ser aberto. Sem problema. A assembleia, formada pelos dirigentes da mentora do futebol amador da cidade é soberana.

Por estas e por outras razões, nestes últimos anos pouca ou  nenhuma mudança tem ocorrido no esporte valenciano. É aquela velha história: Se você não sabe o que merece, qualquer coisa serve. Se você não sabe do seu valor, qualquer pessoa serve. Quando não se sabe para aonde vai qualquer caminho serve. Com a criação da secretária de esportes e a efetivação de um secretário, quiçá, esta realidade seja modificada  para o bem dos munícipes valenciano.

  Esta é a minha opinião, segue o jogo meu caro leitor (a)…

 

 


FOTO 1Olá pessoas, dei uma sumida. Foi a propósito. Afinal das contas, não sou de ferro. Recorrendo a uma antiga gíria, dei um tempo. Entretanto, foi por uma boa causa. Precisava cuidar de mim, sai de férias. Andei por aqui mesmo, redescobrir a Praia do Guaibim, há dois anos que não passava um período grande de descanso nesta beleza do nosso município. Uma pena que os gestores públicos cuidam tão pouco.

Descansar e desconectar são necessidades, principalmente para quem passa o ano todo conectado. Nosso corpo tem limites. Recarreguei minhas energias físicas, mentais e espirituais.

O momento agora é de recolocar tudo nos seus devidos lugares. Reconectar é preciso!

Já andei vasculhando a net. Sites, blogs, facebook, twiteer e etecetera e tal… Algumas novidades e também mesmices. Ah! Conversei com muita gente boa do esporte valenciano. Atualizar o papo é preciso!

Boas notícias…

…O novo gestor do município reafirmou seu compromisso de campanha, incentivar o esporte local. Estará enviando uma mensagem ao legislativo para a criação de uma secretaria de esportes- soube que tem vereadores já se posicionando contrário- faz parte, o regime é democrático.  Espera-se que seja aprovada a iniciativa do prefeito. Por outro lado, desejo que seja para estimular as modalidades esportivas e não para acomodações políticas.

O novo secretário de educação é um desportista. Que bom! Uma pena. Nem esquentou a cadeira. Pediu demissão.

Uma má notícia…

… Ainda se discute o futebol valenciano pelo varejo. Interesses clubísticos sempre prevalecem. Em vez de colocar em pauta um planejamento para o futebol valenciano, os caciques do nosso pobre e decadente esporte bretão, resolveram entre eles que o campeonato mais uma vez terá que ser aberto. Sem problema. A assembleia, formada pelos dirigentes da mentora do futebol amador da cidade é soberana.

Uma contradição…

… Aumentar os custos da competição e desejar transferir as contas para terceiros, “Como vovó já dizia:” Quem pariu Mateus que balance.

Por estas e por outras razões, nestes últimos anos pouca ou  nenhuma mudança tem ocorrido no esporte valenciano, principalmente no futebol. É aquela velha história: Se você não sabe o que merece, qualquer coisa serve. Se você não sabe do seu valor, qualquer pessoa serve. Quando não se sabe para aonde vai qualquer caminho serve.

  Esta é a minha opinião, segue o jogo meu caro leitor (a)…


FOTO 1

Na sexta-feira (28), próxima passada fui surpreendido com uma postagem no Facebook.  Professora Gilcélia Barbosa, com muita tristeza em um tom de desabafo, dizia-se decepcionada e por conta disto, estava jogando a toalha: encerrava-se um ciclo de um projeto de inclusão voltado para crianças e adolescente tendo a ginástica rítmica como ferramenta pedagógica. Motivo: falta de apoio, principalmente do poder público municipal.

Uma pergunta que não quer calar: por que será que é tão difícil fazer esporte em nosso país. Por que será que é tão difícil fazer em esporte em nosso município?

O trabalho da professora Gilcélia Barbosa agregava cerca de 150 crianças e adolescentes. Uma verdadeira inclusão social. Um projeto que colocou nossa cidade na pauta da ginástica brasileira. Muitos aplausos e discursos. Apenas isto. Ao apagar os holofotes e desligarem os microfones, a professora Gil se voltava para sua dura realidade. Ela cansou de ralar, desistiu. Uma pena!

Cadê o legado da Tocha Olímpica?

Copa do Mundo, Pan Americano e Olimpíadas. Gastou-se muito com estruturas esportivas e atletas ranqueados. E os outros? Os outros, nada.

Os rapazes e moças de lá levaram tudo.  “Como dizia o saudoso Chico Anísio: Brasil é uma sigla, que tem o seguinte significado”. “Bravos rapazes silenciosamente irão levando”. É isto mesmo, levaram as medalhas.  Enquanto isto, muitos dos nossos jovens mergulham no mundo das drogas.

Quais os culpados?

Um governo burocrático que dificulta o acesso  as verbas para o esporte, um empresário que só investe em atletas de ponta, ou agremiação esportivas desorganizadas e atletas sem nenhum senso de profissionalismo?  Apontar culpados é algo que me nego a fazê-lo. Entretanto, creio que cada de um de nós deve fazer uma reflexão para encontrar o seu próprio caminho.

Por estas e por outras razões, peço a professora Gil que esta sua desistência seja apenas um hiato. Uma pausa para reflexão! Nosso esporte precisa de sua competência e amor pela causa. Você faz parte do capital social acumulado do nosso município e este é o verdadeiro capital que faz  a sociedade se desenvolver. Esta é a minha opinião, segue o jogo…