O mundo do vôlei está de luto. Na manhã desta segunda-feira, foi confirmada a morte do brasileiro Vinícius Noronha da Silva, que jogava no Club Voleibol Teruel, da Espanha.

Aos 26 anos, Vinícius, que jogava na equipe desde 2015, estava relacionado para viajar para a cidade de Alcañiz, onde o Teruel disputará o seu próximo jogo. Como ele não se apresentou junto com os demais jogadores, membros do clube foram até sua casa, onde o encontraram morto.

Na última temporada, ele foi eleito o melhor jogador na posição de líbero da liga espanhola e, ainda segundo Ranera, havia passado recentemente por testes de esforço e nada de relevante havia sido diagnosticado.

Segundo a EFE, a autópsia do corpo do brasileiro será realizada nesta terça-feira e que a delegação do Governo em Aragão já está em contato com o Consulado do Brasil para tratar os trâmites burocráticos.

Vinícius renovou recentemente o seu contrato com o clube. Anteriormente, ele já atuou também no Super Vôlei Santo.


 

Continua o impasse entre os atletas da Seleção de Santo Antônio de Jesus, em relação a greve motivada pela falta de pagamento.  Os atletas seguem parados no aguardo da solução do problema. Em conversa deste site com o repórter Chiquito do Globo fest, ele revelou que até a manhã desta sexta – feira, ainda não tinha sido resolvida a situação.

Na manhã desta quinta-feira (13), a equipe do Portal Infosaj/TV Recôncavo, conversou com os jogadores que confirmaram a situação dos salários atrasados.

“O nosso apelo é pelo que é nosso. Estamos aqui porque acreditamos em um projeto que foi passado para os jogadores. Queremos receber o nosso salário, voltar à normalidade, trabalhar e conquistar os nossos objetivos que é chegar à final do campeonato. Não sabemos onde está essa forma de pagamento. Uns falam que está na mão do prefeito. Outros dizem que está com a liga. E já outro fala que está na mão do secretário. Estamos a ver navio. Não sabemos em que mão está esse dinheiro”, disse um dos jogadores a nossa reportagem.

Fonte: INFOSAJ.


 

 

A figura do árbitro de futebol surgiu lá pelo século XIX (19, pra quem, como eu demora pra ler um número romano). As regras de futebol foram criadas para distinguir o rúgbi e o futebol. E não eram como hoje. Serviam apenas para dizer como o esporte deveria ser jogado.

Os primeiros árbitros formavam uma comissão que ficava em um palanque. Só davam opinião se houvesse alguma reclamação das equipes. E reclamações naquela época, aconteciam de forma bem “moderada”. Resultado: muitas vezes comissão e palanque acabavam no chão.
Árbitros de Futebol
Pra evitar essa bagunça toda, apareceu o jogador “reclamador” que deveria usar um boné, pra que todos soubessem que ele era o único que poderia reclamar com a comissão. Daí, surgiu o capitão do time, já que boné em inglês, significa “cap”.

Só em 1881 surgiu o árbitro. Mas ele – coitado – não tinha regras para seguir. Essas regras só surgiram em 1890. Os primeiros juízes vestiam-se com calças vincadas, jaquetas bem cortadas, cabelo bem cortado e penteado. Mas o cenário era mais ou menos o mesmo de hoje. Eles corriam por campos cheios de lama e como não tinham o apito, parava o jogo no grito mesmo.

Só em 1891 que surge o “bandeirinha” para auxiliar o árbitro central.

Em 1986, o árbitro começa a ter autonomia para punir, se em sua opinião, o jogador merecesse. E graças ao ex-árbitro inglês Ken Aston surgiram os cartões amarelos e vermelhos, usados pela primeira vez na Copa do México em 1970. Ele foi presidente da comissão de árbitros da FIFA durante quatro anos e inovou em muitas coisas, quando o assunto era arbitragem de futebol. Implantou o uso das bandeirinhas pelos árbitros assistentes e criou o “posto” de quarto árbitro nas partidas de futebol.

Hoje, comemoramos o dia do árbitro de futebol e árbitros assistentes e nada melhor do que parabenizar esses “profissionais” do futebol.


DIEGO, ARMADOR DEFENSIVO DA SELEÇÃO DE VALENÇA.

Processo 058/18

Seleção de Ituberá em 12 de agosto de 2018. Válido pelo Campeonato Intermunicipal 2018.

Denunciado: Diego Lopes de Jesus. Atleta Amador da liga de Valença.  Incurso no artigo 254-A &1º 1 DO CBJD.

Relator: José Fernando Silva Santos Procurador: Yan Meirelles de Meireles.

Ausente a parte mesmo regulamente citado.

DECISÃO: Acordam os Juízes desta Egrégia 3″ Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva, por UNANIMIDADE em julgar procedente a denúncia para condenar DIEGO LOPES DE JESUS, Atleta Amador da Liga de Valença, por ser primário, e infrator do Art. 254-A, g 1º, I c/c 182 do CBJD, mas, devido à gravidade da agressão, a pena de suspensão por 10 (dez) partidas, reduzindo pela metade fixando em 05 (cinco) partidas compensando-lhe a automática, por agredir seu adversário com um soco no rosto, fora da disputa de bola durante a partida acima mencionada.

Salvador- BA, 04 de setembro de 2018.

Roberto Almeida de Araújo; secretário do TJDF /BA

Em contato com o site Entrando na área, o treinador Paulinho informou que a liga entrará com uma solicitação de efeito suspensivo, para que o atleta possa participar da próxima partida contra a Seleção de Santo Antônio de Jesus, domingo (09).


Justiça suíça decidiu revogar o efeito suspensivo super provisório concedido, em maio deste ano, e Guerrero terá que cumprir o resto da pena.

Por ter esgotado o último recurso, o peruano não tem mais caminho jurídico para tentar modificar a decisão.

O atacante foi condenado pelo TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) a cumprir 14 meses de suspensão por doping causado por um metabólito da cocaína, em outubro do ano passado, em um jogo das eliminatórias.

Em dezembro, Guerrero conseguiu a redução da pena junto à Fifa para seis meses – o que permitiu ao peruano voltar a vestir a camisa do Flamengo em maio deste ano e liberaria o jogador para disputar o Mundial da Rússia.

O atacante disputou a Copa do Mundo da Rússia pela seleção peruana, mas caiu na fase de grupos. Deixou a sua marca na vitória por 2 a 0 sobre a Austrália. Em julho, voltou ao Flamengo para aparecer em mais quatro compromissos pelo Brasileirão.

Em agosto, o atacante assinou contrato por três temporadas com o Internacional, mas não chegou a atuar com a camisa do Colorado.

Fonte: GE.


Será que é papel da polícia garantir a segurança dentro de um estádio de futebol?

Segundo o pensamento dos ingleses a polícia deve garantir a ordem pública enquanto o clube deve garantir a segurança dos espectadores.

Todos os estádios ingleses têm a figura do Oficial de Segurança. Um profissional altamente gabaritado responsável pela a segurança dos espectadores do estádio. Não somente em relação à violência, mas também nas questões de incêndios, tumultos, bombas, tragédias, etc.

O Oficial de Segurança do estádio trabalha em parceria com os comandantes da polícia e do corpo de bombeiros, oficial de primeiro socorros, serviço de ambulância, operadores de câmeras de segurança, operadores de rádios do clube e da polícia,  visando o bem estar do torcedor. No interior do estádio a segurança fica a cargo de Comissários privados, altamente treinados e que atuam na prevenção de tumultos.

Eles são responsáveis por orientar o público, atuar em pequenos incêndios e tumultos, avisar qualquer movimentação diferente, prevenir invasões de campo,  controlar os acessos, não permitir a aglomeração nas áreas de circulação e escape, colocar em prática os planos de contingências e muitas outras importantes tarefas.

A polícia tem a responsabilidade de garantir a ordem pública somente no exterior dos estádios, ou seja, permitir que o torcedor saia e retorne a casa sem nenhum transtorno.

A experiência inglesa no quesito segurança nos estádios é realmente hoje, merecedora de aplausos. Hoje em dia o torcedor britânico pode sair de casa com a sua família e ir a um estádio de futebol na certeza de que terão uma ótima experiência de entretenimento. Algo, impossível em outras épocas.

Infelizmente, no futebol brasileiro vivemos um ambiente ainda com muita insegurança,  principalmente no futebol profissional.

No caso do futebol amador, no quesito Campeonato Intermunicipal, já tivemos momentos bastante hostis, ou melhor, muita violência no interior e exterior aos estádios.  Com o rigor da Federação Baiana e com o apoio da Polícia Militar, o cenário mudou.  Na grande maioria dos jogos a paz tem prevalecido.

Na segunda rodada, a polícia militar esteve presente no Estádio Antônio Sereia (Valença), em quantidade e qualidade.  Espera-se que seja uma realidade em todos  jogos e em todos os equipamentos esportivos nesta competição, que é considerada a maior do pais

Fonte: www.estádiosearenas.com.br