JUSTIÇA PARAGUAIA NEGA PRISÃO DOMICILIAR PARA RONALDINHO GAÚCHO E ASSIS

Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Roberto de Assis, que estão presos desde sexta-feira, não conseguiram reverter a prisão preventiva em prisão domiciliar, após audiência na manhã desta terça-feira. Eles seguirão no Agrupación Especializada da Polícia Nacional, em Assunção.

Apenas seus advogados estiveram na audiência com o juiz Gustavo Amarilla que alegou falta de documentos necessários sobre a propriedade proposta como garantia e o perigo de fuga. O magistrado lembrou ainda que para este tipo de crime, uso de documentação falsificada, a pena pode ser de pelo menos 5 anos de prisão.

Os advogados apresentaram um imóvel no valor de US$ 800 mil como garantia de residência no país e também econômica, mas o juiz Gustavo Amarilla atendeu à contra-argumentação do Ministério Público, que considerou o valor baixo para impedir risco de fuga.

Enquanto isso, a empresária Dalia López, apontada como uma das responsáveis por trazer Ronaldinho ao Paraguai, ainda não se entregou à polícia, apesar da ordem de prisão emitida pelo Ministério Público no último sábado. A defesa de Dalia afirma que ela pretende se apresentar, mas negocia garantias.


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