Ruídos da arbitragem.

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A distância de um pênalti marcado, a expulsão, ou seja, lá qual for a decisão de um árbitro sempre haverá um ruído. Quanto maior for à importância do jogo este ruído será maior. Sempre haverá, faz parte do jogo.

Existem dois tipos de erro no futebol: o erro de fato e o erro de direito.

O erro de fato é a inexata compreensão ou intepretação de um acontecimento do jogo, por exemplo: o juiz não vê uma falta por estar longe ou com a linha de visão encoberta. O erro deve-se a um problema de visualização.

O erro de direito caracteriza-se pela ignorância ou pela errada compreensão da regra, como por exemplo, marcar um gol de arremesso lateral.

Na minha ótica, o senhor Edivalter Marinho não cometeu nem erro de fato nem de direito. Caso ele houvesse cometido o erro. Sem problema.

Desnecessário dizer que o árbitro como qualquer ser humano está sujeito ao erro. Poderá falhar na sua avaliação, seja por interpretação ou por falta de informações naquele exato momento que o fato ocorre. O erro faz parte de nós humanos. Somos falíveis. Sujeitos a erros. O erro faz parte do futebol. O erro garante a discussão ao longo da semana. Na esquina, no bar onde quer esteja um apaixonado por futebol.

No mundo do futebol a emoção é muito presente, muito intensa e pode atrapalhar o exato julgamento. Isto serve para todos. Jogadores, árbitros, torcedores e dirigentes e companhia.

A atitude do treinador Zé Carijé ao final da partida entre Bolívia e Skiva no último domingo (12), gerou muitas manifestações por parte de atletas e principalmente os árbitros.

Por estas e por outras razões, é necessário que os dirigentes e atletas tenham o cuidado e o compromisso para que as declarações não sejam difamatórias.  Esta é a minha opinião segue o jogo…


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