A seleção da Terra do Camarão largou bem!

E a Seleção Azul e Branca, desta vez, não teve que recorrer aquele futebol ridículo de bolas longas, sem troca de passes, como iniciou a competição em 2017.

Ao contrário, do início ao fim, no Estádio Barachísio Lisboa, em Ituberá, o selecionado valenciano buscou trocar passes  e seguir atacando de preferência pelas extremidades do campo, com Alaba pela direita e com Nino Bolívia, na esquerda, este com vontade de leão, uma pena que os  seus companheiros não perceberam que por ali, estava o caminho  mais  próximo do gol.

A seleção da Terra das Águas não queria a bola. Fechou a casinha e se defendia como podia, na esperança de encontrar uma bola perdida, ou um erro do adversário.

Em um deslize do sistema defensivo valenciano, Cacique abriu o placar. E a partida seguia com o mesmo enredo.  O time de Paulinho agredia o adversário forçava o empate e tomava sustos lá na sua cozinha.

No segundo tempo, a turma da Terra Nunca vencida puxou a trava, baixou a intensidade, mas ainda criava alguns embaraços para a defesa adversária. Até que aos 19 minutos,uma falta que Piroquinha cobra; ele  ouviu os gritos do treinador de goleiros Danilo, e colocou a gorducha  no lado direito do guarda meta Niguito.  Plantando no ar a esperança da virada, que aconteceu aos 45 minutos.

Baixinho se redimiu do seu erro  no primeiro tempo e numa cabeçada certeira, ao receber um passe no alto, com a  maestria do lateral Nino Bolívia. Coroando assim, a boa estreia do nosso selecionado.

Por estas e por outras razões espera-se que o elenco não durma em berço esplêndido e a comissão técnica encontre o caminho para fazer as devidas correções dos erros cometidos e que este triunfo seja um fator de elevação da autoestima e da confiança necessária para seguir nesta toada em direção às próximas fases. Esta é a minha opinião. Segue o jogo…


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