Nenhuma equipe entra em campo sem o desejo de vencer! Certamente este será o desejo comum de Skiva e Ipiranga no próximo domingo (10), no Estádio Antônio Sereia. Será a peleja das equipes que mais pontuaram na competição. Quem vencer levará para sua galeria um belo troféu de campeão e uma bonificação em dinheiro no valor de R$10.000,00 (dez mil reais).

Duas equipes acostumadas a grandes decisões. O Ipiranga enfrentou ao longo das fases anteriores adversários mais difíceis e superou todos, inclusive o Bolívia, atualmente considerado o “mais poderoso”.  Já o Rubro Negro de Bagdá, apesar do enfrentamento de equipes consideradas tecnicamente inferiores, sofreu para garantir a vaga para a grande final. Enfrentou na semifinal, a boa equipe do Bahia da Baixa Alegre. Venceu por um placar magro de 1 a 0.

Como nos diz o poeta de botequim: “domingo é a hora de a onça beber água”. Quem terá mais farinha no saco? Ipiranga ou Skiva?

O ex-craque de futebol e agora o craque das crônicas esportivas, Tostão nos diz o seguinte: “ A estratégia dos técnicos,  que vai muito além dos esquemas táticos, é importante para o desempenho e sucesso de um time. Porém não é mais importante do que a alma, a garra e a qualidade dos jogadores”.

Ipiranga e Skiva possuem bons jogadores em seus elencos. O Amarelo e Preto da Vila Operária leva uma ligeira vantagem por ter mais bala na agulha (dinheiro). Enquanto O Rubro Negro, também da Vila Operária, vem na base do suor e sangue superando suas dificuldades financeiras.

Por estas e por outras razões e por tratar-se de uma decisão, esta partida tem um caráter especial. Um jogo muito importante. Duas equipes com verdadeiros campeões. Ninguém entrará em campo para não vencer. Ocorre que para a conquista precisa de algo mais. Existem desejos e desejos. Resta saber quem dos dois terá alma de campeão! Esta é a minha opinião, segue o jogo…


Gastar menos e produzir mais. Trabalhar menos e produzir mais.  São máximas repetidas no mundo do trabalho. Patrões e empregados buscam tornar realidade estes desejos. Será que estas máximas podem ser aplicadas no universo do futebol?

Primeiro é necessário esclarecer que o futebol faz parte do mundo do trabalho. Apesar dos reducionistas, enxerga-lo como algo a parte, separado.

Futebol nos dias atuais se transformou em um grande negócio, entretanto, poucos ganham muito. A maioria dos atletas trabalha muito e ganha pouco; dura realidade do futebol profissional.

E futebol amador faz parte deste contexto? Sim. Com as devidas ressalvas; esta atividade pode ser considerada, hoje, como um pequeno negócio. O capital circula em todos os campeonatos. Vários atletas preferem o amadorismo em vez do profissionalismo. Alguns dizem: “aqui se paga pouco, mas, recebemos”.

Na tentativa de ser fiel ao título deste texto, recupero parte da entrevista do técnico do Bahia da Baixa Alegre (Tony Fonseca), ao repórter Fabrício Lemos: “meu time é barato. Alguns atletas jogam recebendo apenas a passagem. O custo total por jogo está em torno de dois mil reais”. Parabéns, Fonseca, em um campeonato com equipes que gastam até 10 mil reais, é merecedor de elogios.

Amanhã (02), no Estádio Antônio Sereia, o Tricolor da Baixa Alegre vai enfrentar o Skiva da Vila Operária. O rubro-negro é favoritaço. Tem um elenco melhor tecnicamente e maior investimento. Fatores que por si só não levam a vitória. O futebol tem várias lógicas, uma delas diz que: “quem investe mais e tem jogadores superiores tecnicamente, possui mais chances de conquistas”. Por estas e por outras razões, será que o Time da Vila Operária vai confirmar a lógica do tem mais, pode mais? Ou será superado pela lógica do Tricolor da Baixa Alegre. Pode mais, tendo menos? Esta é a minha opinião, segue o jogo…


Ipiranga e Bolívia se enfrentam pela terceira vez nestes últimos 02 anos. Torcedores do Ipiranga estão chamando a partida de “O Clássico da Paz”. Espera-se que os torcedores do Bolívia abracem esta idéia.  A peleja irá acontecer neste domingo (27), ás 16h00min, no estádio Antônio Sereia. O confronto das duas  melhores equipes da competição. Um grande público é esperado.

Em 2016, o Amarelo e Preto da Vila Operária venceu na final do campeonato e papou o título após um bom período em jejum.

Este ano mais um confronto. Desta vez em disputa a primeira posição no grupo A. Mais um triunfo. Uma a zero foi o placar. Um gude preso com se diz no futebolês. Um placar mínimo, mas o suficiente para maximizar a rivalidade entre as duas agremiações. Labaredas para todos os lados e ameaça de reverter à situação em outro provável confronto, já imaginado pelos diretores do Azul e Branco do Bairro da Bolívia. Por ironia do destino e força do regulamento, o terceiro confronto acontece logo mais , às 16 horas no Estádio Antônio Sereia.

Alguns diretores do Bolívia, prematuramente já anunciam a ”vingança”. Confiam na força do seu elenco e prometem reverter à situação.  Já o Time da Vila Operária, convicto da força do adversário preferem o silêncio e deixam o oba oba por conta dos seus torcedores.

O que será que está reservado para este reencontro? Considerado por muitos como uma final antecipada. Prognóstico difícil. Ambas as equipes têm as mesmas possibilidades de triunfo.

Bolívia e Ipiranga  garantiram suas classificações vencendo os mesmos adversários, entretanto, percorreram os caminhos com diferentes estratégias de jogo.

Joseph Guardiola, disse que só existe um segredo no mundo do futebol: ou tenho a bola ou não tenho, disse ele. Serve para ilustrar a maneira de jogar de Bolívia e Ipiranga.

O Azul e Branco sempre quer a Bola. O Amarelo e Preto da Vila Operária, nem sempre. Alterna a posse da bola e recorre ao expediente do contra ataque rápido. Ambas as equipes tiveram desfalques em suas últimas partidas, fato que não deverá ocorrer na peleja deste domingo.

Por estas e por outras razões, leva-me a crê que será uma partida muito tática, sobretudo, por tratar-se de dois elencos com jogadores experientes e inteligentes. O diferencial competitivo poderá ser o condicionamento físico. Esta é a minha opinião, segue o jogo…


REINALDO VARJÃO, ANALISTA ESPORTIVO.

Palmeiras e Bahia duas equipes, dois bairros. O Palmeiras chamado carinhosamente de Periquito do Tento. Já o Tricolor é também chamado de Bahia da Baixa Alegre. Duas agremiações que ainda não convenceram seus torcedores e simpatizantes que tem estatura para chegar a final do campeonato.

Por mais entusiasmo que tenham  os seus dirigentes creio que eles sabem das limitações dos seus elencos. Ambas as equipes sofrem do mesmo mal: faltam-lhes recursos financeiros para montar um forte elenco e enfrentar os cascudos no atual cenário. Nenhum nem o outro tiveram a sorte de encontrar um padrinho político disposto a ajudar no custeamento das despesas prováveis. Cada qual tentou se reinventar. O Bahia na tentativa de minimizar seus custos aposta em jogadores locais, prata da casa. Já o Verdão, no inicio apostou em uma parceria com a turma de Cairu. Não vingou. Buscou outra fonte, sob a responsabilidade do veterano goleiro WIlian, melhorou e conseguiu sua classificação para a atual fase do campeonato.

Próximo domingo (20), Bahia e Palmeiras se encontram no Estádio Antônio Sereia, primeiro confronto depois da final do ano passado(2017), quando o Bahia levou a melhor. Os “Primos Pobres”, em um desafio: Quem pode mais, custando menos. Por estas e por outras razões, será uma partida sem favoritismo para nenhum dos lados, porque se trata de duas agremiações momentaneamente com o mesmo poder de fogo. Quem passar certamente deverá ficar por conta do acaso… Como diria o poeta do botequim: “ seja o que os Deuses do futebol desejarem”. Cá entre nós, boca de siri, o Palmeiras tem um melhor time. Esta é a minha opinião, segue o jogo Caro Leitor…


A equipe de Gandu entrou em campo na tarde  deste domingo (13) disposto a apagar os resultados negativos na competição. Para conseguir tal intento fez algumas alterações  no grupo de jogadores, e para início de conversa, trouxe Everton, um excelente goleiro com passagens em equipes profissionais do futebol baiano.

O time de Samuel e Jairzinho abriu o placar com um belo gol de Júnior, conclusão de uma qualificada trama ofensiva. Alegria que durou pouco,  sofreu o empate e a virada ainda  no primeiro tempo.

O time da  Bairro da Bolívia ainda fez mais um gol no segundo tempo e poderia  ter feito muito mais. O técnico Zé Carijé mostrou que conhece do riscado e tem jogadores com inteligência tática. Fez mudanças de postura dos seus comandados no segundo ato e  conseguiu equilibrar os três setores de sua equipe e passou a ter o controle da partida. Daí para frente, a equipe de Gandu ficou sem solução para superar a eficiente marcação do Bolívia e por pouco não sofreu uma  goleada.

Além de neutralizar as ações ofensivas do seu oponente, criou várias situações de gol que no final saiu muito barato para equipe ganduense. 3 a 1 foi o resultado final, muito pouco pelo que foi produzido, principalmente no segundo tempo da partida.  A diferença entre os  dois times nesta peleja é que o Bolívia soube  o que fazer com a bola em seus pés.

Por estas e por outras razões, o time do bairro mais populoso de Valença garantiu sua vaga na semifinal e terá como adversário o Ipiranga. Para muitos será uma final antecipada. Esta é minha opinião, segue o jogo meu Caro Leitor…


Gandu e Bolívia duelam neste domingo(13), no Estádio Antônio Sereia em jogo válido pela segunda fase do campeonato valenciano. Uma partida decisiva. Não decide título, mas decide vaga para a segunda semifinal.

As duas equipes tem trajetórias bem diferentes. O Bolívia começou a competição com status de candidatíssima ao título.  Entra em campo traumatizada com a derrota para o Ipiranga. Mesmo classificada, os dirigentes saíram chateados com o rendimento da equipe. Uma demonstração clara, que haverá mudanças para o confronto de amanhã. Agora é a “vera”! Um erro poderá ser fatal. Pode significar a eliminação do campeonato prematuramente. Algo que não passa pelas cabeças nem de jogadores e muito menos dos dirigentes. Pois, trata-se da equipe como o melhor elenco e maior volume de investimento.

Já a equipe ganduense, por mais incrível que possa parecer, não venceu nenhuma partida com a bola rolando. Foi premiada com três pontos por conta do abandono do Flamengo.

Na estreia da competição foi derrotada pelo Bahia por 2 a 0. Samuel o seu treinador saiu de campo atirando para todos os lados  e naquela oportunidade prometeu mudanças radicais. E cumpriu a palavra. Na segunda partida contra o Skiva, mais uma derrota, desta vez por um placar mais elástico. Sofreu uma goleada por 4 a 1. Mesmo com a derrota apresentou sinais de evolução. O resultado do jogo não correspondeu a história dos noventa minutos.

Amanhã,  tem o seu adversário mais difícil até agora, pelo menos em tese. Por isto, por estas e por outras razões precisará de  mais algumas mudanças. Porque no jogo passado melhorou no quesito condicionamento físico, porém tecnicamente, precisa de mais ajustes se quiser complicar a vida do seu adversário.

Esta é a minha opinião , segue o jogo…Caro leitor.


REINALDO VARJÃO

No futebol é assim, um dia você é gênio no outro pode ser um idiota. Tudo pode acontecer. A alegria contagiante dos torcedores e diretores do Bolívia bastou apenas os primeiros 22 minutos do primeiro tempo para Rogério em uma cabeçada certeira para mudar a história. Do céu ao inferno. O Ipiranga foi cirúrgico, sem apresentar um bom futebol tecnicamente, sobrou vontade. Jogou com espírito de campeão. Encurtou o espaço do seu adversário e no contragolpe tentava ampliar o placar.

Ambas as equipes se apresentaram com desfalques. A equipe do Bairro da Bolívia sentiu mais as ausências. Buscava incessantemente o gol do adversário, porém esbarrava nas dificuldades encontradas no último terço do campo. Pithaco, mais uma vez não fez uma boa apresentação, sumido do jogo principalmente no segundo tempo, deu pouca contribuição aos atacantes bolivianos. Kaká e Veverson tentaram , mas foram barrados no baile pelo forte sistema defensivo ipiranguense.

Por estas e por outras razões, o Ipiranga conseguiu um triunfo magro pelo placar mínimo, o suficiente para colocá-lo na ponta da tabela no grupo A. De camarote vai aguardar o vencedor do confronto entre Bolívia e Gandu que se enfrentam no próximo dia 13 de maio. Agora um pitaco: torcedor ipiranguense coloque as barbas de molho, porque pelo andar da carruagem a revanche pode acontecer em tempo breve. Será que permanecerá no Céu ou visitará o inferno? Confesso que não sei, em futebol tudo é possível.  Esta é a minha opinião, segue o jogo…