O Bahia vem de uma bela vitória em Pituaçu. Venceu e convenceu. Fato que ainda não tinha acontecido. Torcedores comemoraram e com razão: 10 anos sem título e sete anos fora da série A, é um jejum considerável. Comemorar é preciso. Uma vibração com foguetes em uma mão e a maquininha de calcular na outra.

O matemático Tristão Garcia divulgou, nesta segunda-feira(19), de acordo com o profissional, o Bahia, atualmente na 16ª colocação com 27 pontos ganhos, possui 36% de chances de ser rebaixado para a série B. Primeiro clube na zona de rebaixamento, o Atlético (MG), com 24, tem 57% de probabilidade de cair de divisão. Conforme as contas dos matemáticos quarenta e sete (47) pontos garante na Série A. Vai ter que suar muito.

 

E papai Joel, já encontrou um modelo de jogo para o Tricolor? “Deixa-me explicar: modelo de jogo conforme Rodrigo Leitão, treinador da base do Corinthians e Doutor em Ciências do Esporte,” modelo de jogo é a maneira de jogar do time. Como os jogadores devem se comportar quando atacam, defendem e como faz a transição defesa-ataque, ataque-defesa”.

 

No futebol europeu existem times (Barcelona, PSV), que adotam um modelo de jogo e contratam o técnico que se encaixa dentro dos princípios estruturais,definidos pelo clube. É cultura organizacional, que geram comportamentos. Aqui, os times se submetem aos técnicos, alguns até inventam. O Bahia não é diferente. Joel Santana está quebrando a cabeça (diga-se de passagem, sem inventar), para com o elenco que tem encontrar a melhor maneira de jogar, ou seja, definir um padrão um modelo de jogo.

 

Neste domingo (18), deu certo o time deu sinais que pode encontrar uma maneira de jogar. Obteve um triunfo convincente. Agora este filme é reprise. Amanhã (21) enfrenta em casa o Atlético Paranaense e na próxima rodada o Timão paulista, lá no Pacaembu. Por isto, é muito cedo para soltar foguetes e correr atrás para pegar as flechas.

 

Esta é minha opinião. Segue o jogo…

*analista esportivo da equipe Entrando na área

 


FOTO 1

Neste domingo (06), o Estádio Antônio Sereia recebeu um público de 347 pessoas para assistir Ipiranga e São José em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Valenciano de Futebol.

Havia uma expectativa positiva em torno das duas equipes. Ambas apresentaram novas contratações. O Ipiranga montou seu elenco tendo como referência a Seleção de Santo Antônio de Jesus que inclusive, fez uma bela campanha no intermunicipal 2015 e alguns atletas de Valença. A equipe do São José, fez algumas mudanças em relação ao time do ano passado. Poucos conhecidos do grande público.

Uma partida sem muito brilho técnico, apesar da qualidade de algumas peças das equipes, principalmente o Amarelo e Preto da Vila Operária.

O cansaço e a falta de entrosamento foram os adversários comuns. Fato compreensível, pois trata-se de início de temporada.
O Ipiranga iniciou a partida agredindo o adversário em seu campo de jogo e buscava ditar o ritmo do jogo. Mas, tropeçava em suas próprias pernas. Com dificuldades na troca de passes, não conseguia progressão na transição ofensiva e finalizava muito pouco. Um primeiro tempo que se encerrou sem abertura do placar. Apesar de uma bela cobrança de falta por Márcio Andrés, que explodiu no travessão do goleiro Fábio e um gol perdido pelo lado Ipiranguense através de Berimbau.

No segundo tempo as equipes se equilibraram e o Ipiranga abriu o placar em uma cobrança de penalidade feita por Jerry. Em seguida o empate do São José, também por penalidade cobrada por Márcio André.

O empate já apresentava como um placar justo, não fosse a falha do zagueiro do São Cristovão. Leandro que substituiu Berimbau, fez o gol que garantiu o triunfo do Ipiranga por 2 a 1.

Por estas e por outras razões espera-se que ambas as equipes possam melhorar seus elencos e encontrar um modelo de jogo adequado às suas peças. Porque pelo que vi foi muito pouco para quem deseja disputar o título de campeão. Esta é a minha opinião.


Quais os avanços observados no futebol valenciano. Algum dirigente ou profissional da área esportiva já utilizou alguns minutos dos seus preciosos tempos para pensar a respeito do esporte valenciano, em especial o futebol. Digo o futebol por ser a modalidade mais praticada por aqui abaixo da linha do equador. Caso você já tenha feiro alguma reflexão, parabéns! Estás entre os poucos, ou quase nenhum.

Por exemplo, para que serve ou quais são os objetivos dos campeonatos realizados na periferia da cidade? Entenda nos bairros da nossa cidade? Tem servido para quê? Tem revelado bons jogadores? Tem dado oportunidade aos jovens que estão em início no futebol? Tem colaborado com a formação cidadã dos seus participantes? A mesma pergunta serve para reflexão do futebol praticado no Estádio Antônio Sereia, sob a tutela da Liga Valenciana de Futebol Amador. O que nós queremos com o futebol organizado em times aqui em nossa cidade a curto, médio e longo prazo. Quais nossas prioridades?

Por estas e por outras razões: Caso não tenhamos ainda resposta para estas perguntas. Creio que chegou a hora de fazermos coletivamente estas reflexões. Se não, poderemos faz parte de um velho ditado popular: Quem não para onde vai, qualquer lugar serve… esta é a minha opinião.


No próximo domingo (06), teremos a segunda rodada do Campeonato Valenciano. Em campo duas equipes em busca de recuperar o prestígio perdido dentro das quatro linhas.

O Ipiranga da Vila Operária em seu ano centenário,  agora com Jorge Galdino no comando, quer voltar a fazer bonito  no gramado do Sereião. Como adversário o Amarelo e Preto terá pela frente o São José que quando iniciou sua labuta em Valença deu indício que seria uma pedra no sapato de muita gente.  Dois anos seguidos participou do campeonato com uma parceria com Palmeiras do Tento.

Parceria desfeita, agora as equipes em carreiras solos, seguem na luta para recuperar o prestígio.
O São José terá  que ressignificar a sua caminhada. Precisa ser a passos largos e firme e terá que fazê-lo sem o seu principal jogador, Timbô,  que sofreu uma contusão séria e nunca mais foi o mesmo. E deverá ficar de fora do combate.

O  treinador Wilker tem lutado para reforçar sua equipe.Assim também tem feito a diretoria do Amarelo e Preto da Vila Operária que refez o elenco e vem recheado com figuras cascudas do futebol amador da Bahia.

Por  estas e por outras razões este é o atual cenário destas duas equipes. Ambas tem motivos de sobra para realizar uma boa campanha nesta temporada. Esta é a minha opinião.


Para aqueles que apreciam o futebol, que não são poucos, o Sereião vazio nas tardes de domingo faz muita falta.
Em um certo momento, um desportista revelou-me que sem futebol é como estivesse faltando algo dentro de sí. Ele estava se
referindo, principalmente, quando chega o final do ano. Para alegria da turma da bola, o sereião reabre suas portas no próximo domingo (28), para oito equipes desfilar em busca do título. E isto mesmo, oito equipes, apenas oito!
Quatro equipes tradicionais estão fora, que inclusive já experimentaram o sabor da conquista. Flamengo que surpreendeu a todos, até porque, alguns gozadores a consideram como a equipe chapa branca. Valença, outra surpresa. União e Fluminense nem tanto. Alguns já esperavam pelas ausências.


 

O pensador português, Fernando Pessoa disse:’ O Rio que passa na minha aldeia é o mais bonito. Porque é o rio que passa na minha aldeia”.

“O mundo achatou”. Nunca estivemos tão próximos. A tecnologia da informação nos permite contatos em tempo real em distâncias nunca antes imaginadas. Isto é ótimo? Sim. Isto é ruim? Também. Aí é que reside a contradição humana. A moeda possui dois lados.
O atual momento que vive a humanidade exige cada vez mais, muita sabedoria para transformar os avanços  em nossos benefícios.
Qual a razão de estarmos tão próximos, geograficamente, dos municípios do nosso territórios (Baixo Sul) e tão distantes nas relações politicas, sociais e esportivas?
Fernando Pessoa tem toda razão, “o Rio que passa na minha aldeia é o mais bonito. Porque é o rio que passa na minha aldeia”.
Olhar o que está ao nosso redor é necessário. mas não podemos deixar de olhar e cuidar do nosso próprio umbigo. O grito de guerra é: “Pensar globalmente e agir em nosso lugar”. Valorizar e cuidar do nosso rio. Porque ele é o rio mais bonito.Porque é  o rio que passa em nossa aldeia.
A Copa do Descobrimento vai começar. 14 municípios do extremo sul e sudoeste da Bahia. Já está sendo considerada a segunda competição mais forte do interior do estado, depois do Campeonato Intermunicipal.
Por estas e por outras razões, diante do fracasso esportivo em nossa região, será que não chegou o momento de rompermos com este isolamento que  tem nos proporcionado apenas retrocesso nos campos político, social e esportivo. Esta é a minha opinião, segue o jogo…

 


Hoje (14), teremos a grande decisão do
campeonato do Jacaré. Bahia e Novo Horizonte farão a partida que encerrará mais
uma edição da competição de futebol realizada pela Associação do Moradores da
Lapa e Jacaré.

O atual mandatário da entidade
que representa aquela comunidade, o senhor Carlos de Jesus, tem reclamado muito
da falta de apoio do poder público municipal. Qual será a razão? Convenhamos
que é importante o apoio do poder público as entidades esportivas, denominadas  amadoras. O amadorismo em qualquer parte deste país sofre do mesmo mal.
Sempre dependente de migalhas.

Ocorre que mesmo sem o referido
apoio, o campeonato foi realizado. Cheio de atropelos. Sobretudo, por fatores que
dizem respeito a organização interna da competição. Entretanto, ficou provado
que a comunidade sabe caminhar com suas próprias pernas. “Fritou o porco com a
própria banha. ” Aliás, deve inclusive fazer este exercício sempre. O caminho
se constrói caminhando.

Por estas e por outras razões,
não faço parte da turma que defende a realização de eventos privados com
recursos públicos. Agora, entendo perfeitamente que é dever dos gestores
públicos criar infraestrutura para a pratica do esporte em suas diversas
modalidades e preservar os equipamentos esportivos. Aqui para nós, Prefeita:
Os gramados do Campo do Jacaré e Continental do distrito de Maricoabo, pedem
clemência. As comunidades esportivas clamam por uma intervenção do poder
público.

Fechando a conversa: é um direito
dos munícipes e um dever do poder público municipal. Esta é a minha opinião,
segue o jogo…