Briga de gente grande!

Ter um time eficaz que consiga os resultados positivos e cumpra suas metas é mais do que ter um grupo de jogadores.

A equipe por possuir atletas com habilidades e experiências diferentes, pode responder e vencer diversos desafios; Ou seja, tomar as decisões corretas para resolver os problemas que surgem em uma partida.

Um bom time ganha um jogo. Um bom elenco ganha um campeonato.

Hoje às 16h00min,Ipiranga e Bolívia entram em campo para definir posições no grupo  A da tabela do campeonato valenciano.

Duas equipes candidatas ao título de campeã. Bons elencos. Características diferentes. O Time da Vila Operária possui jogadores experientes, rodados como se diz no futebolês. Tem como proposta de jogo transições rápidas, ou seja, se reorganiza de maneira aligeirada para atacar e defender.   Não brinca em serviço.

No outro lado, também muita experiência e qualidade individual e coletiva. Transições mais lentas, entretanto um contra ataque veloz. Jogadores com boa capacidade de definição.

O confronto que decidiu o Campeonato em 2016 voltará a acontecer na tarde deste domingo, novamente no Estádio Antônio Sereia. Embora este confronto ocorra apenas dois anos depois da conquista do Ipiranga, traz à tona mudanças profundas nos dois elencos.

O Amarelo e Preto da Vila garimpou grande parte do elenco que deu o título ao Bahia da Baixa Alegre em 2017, além de contratar o técnico campeão, o ainda infante Paulinho.

O Bolívia após a perda do título naquele ano de 2016 promoveu mudanças  no elenco, inclusive o treinador é também um iniciante, Dílson Bracinho,  necessário ressaltar que se trata de um ex-atleta de alto nível e agora quer provar sua competência ao lado das quatro linhas.

Ambas as equipes apostam em medalhões que disputam o intermunicipal. Em campo muitos campeões. Enquanto o Time da Vila Operária quer voltar a ser um conquistador de títulos, o Bolívia deseja provar ao seu torcedor que um título em sua galeria é muito pouco para as grandezas da sua torcida e seu elenco.

Por estas e por outras razões, creio que é salutar assistir mais um clássico do futebol valenciano. Esta é a minha opinião, segue o jogo…


 

Tudo como antes no “Quartel de Abrantes”. Esta máxima, em alguns momentos, consegue explicar alguns resultados no futebol.  Futebol não tem lógica, alguns dizem. Outros afirmam que às vezes futebol tem lógica. Ontem (22) no estádio Antônio Sereia, aqui em Valença, deu a lógica no confronto entre o Skiva e Gandu. 4 a 1 foi o placar da partida. Em partida válida pela décima rodada do campeonato valenciano.

O futebol é uma atividade esportiva de muitas facetas. Por conta disto, não se pode explicar uma derrota ou vitória por apenas um fator. Vários aspectos estão presentes em uma partida de futebol. Aspectos técnicos, físicos, táticos e emocionais. Tudo isto misturado.

O rubro-negro da Vila Operária venceu a partida por tudo o que fez no primeiro tempo. Diante de um adversário que iniciou a peleja dando sinais que resistiria. Apenas um lampejo, e foi totalmente envolvido pelo conjunto da obra do time de Fernando Bagdá. A equipe ganduense se apresentou bem melhor do que na partida de estreia, quando foi derrotada pelo Bahia, entretanto, faltou-lhe muito para brecar o seu oponente. Sofreu três gols no primeiro tempo e se mostrou com muitas dificuldades em seus sistemas defensivo e ofensivo.

No vestiário e nas mudanças realizadas pelo treinador Samuel o caldo engrossou para o Time da Moda, que com uma bola mais rápida criou várias oportunidades para diminuir o placar. Entretanto, em mais uma trapalhada defensiva sofreu o quarto gol de um adversário que já lhe faltava condições físicas. Conseguiu  diminuir o marcador em bela cobrança de falta do avante Júnior. Poderia ter conseguido muito mais, se não fosse a falta de competência dos seus atacantes para empurrar a última bola para o fundo da rede do goleiro Rose.

Por estas e outras razões, deu a lógica no resultado da partida. Venceu a equipe que soube jogar futebol sobre um adversário que correu muito, mas fez pouco para reverter a situação. Correr é apenas um suporte para resolver os problemas que surgem em uma partida de futebol. Esta é a minha opinião, segue o jogo…


 

Existe uma equipe que merece o nosso respeito. Esta equipe é batizada como Sociedade  Esportiva Skiva. Rebatizada, carinhosamente pelos seus torcedores como o Time da Moda.

É oportuno e necessário reconhecer como altamente positiva a trajetória da equipe do Skiva. Fernando Bagdá que assume uma postura de diretor e dono – mesmo não sendo- tem sido muito benéfico para o Time do Bairro da Vila Operária. Presença constante em todos os campeonatos e sempre mostrando sua força dentro de campo.

Assim como ocorre com o Palmeiras, onde a família Assis não arreda o pé, a família Bagdá nunca deixou a peteca cair, ou melhor, a bola, sempre esteve presente nas competições. Fato que não acontece com várias equipes: Valença, Bolívia, União, Fluminense, Flamengo e  Madureira apenas para exemplificar.

Bagdá sempre soube driblar as dificuldades.  Conta há muito tempo com um aliado forte, o ex-jogador do Rubro Negro da Vila Operária e agora treinador, Guto.

Neste domingo (22), mais um desafio para a turma de Bagdá pelo campeonato valenciano-2018. O adversário será a seleção de Gandu que vem de uma derrota para o Bahia por 2 a 0. Duas equipes em busca da primeira posição na tabela. A situação do rubro-negro é mais confortável, tem 06 pontos e um saldo de dois gols. A equipe ganduense tem 03 pontos e um saldo negativo de 01 gol.

Por estas e por outras razões, o histórico da primeira fase do campeonato nos diz que  o Skiva é franco favorito  antes  de a bola rolar. Para tornar o favoritismo para o seu lado o time de Gandu precisa trocar muitas peças e jogar muito para superar o rubro negro da Vila Operária.  Esta é a minha opinião, segue o jogo.


…Titulo de um sucesso nacional em outras épocas. Serve para ilustrar a situação de Valença Futebol Clube e Palmeiras Futebol Clube. Confronto deste domingo (15), às 16h00min no Estádio Antônio Sereia, o Sereião.

Há uma luz no túnel dos desesperados. Há um cais no porto para quem precisa chegar. O  campeonato não tem sido moleza para o Tricolor da Matriz e Verdão do Tento.  Recuperando o cantor Herbert Viana, nem tudo está perdido.

Situação bem parecida entre as duas equipes, Ambas ainda não pontuaram. Sofreram muitos gols. Há duas partidas sem vencer. Aliás, o jejum do Valença é muito mais, três competições que não sente o sabor de um triunfo. Nesta competição apenas o saldo de gols as separam. O Valença tem – 4 gols e o Palmeiras -5gols.

Por estas e por outras razões, um empate garante a classificação do Tricolor e ao Verdão só uma vitória o coloca na próxima fase.  Trata-se de um clássico valenciano que sempre foi muito disputado e não será diferente desta vez. O Time de Marquinhos Capitão tem muito no que melhorar em todos os setores. Já o Verdão do Tento demostrou evolução na derrota para o Bolívia, mas é muito pouco para quem deseja chegar ao final da competição. Fechando a conta, as duas equipes necessitam de  muito mais se quiserem continuar frequentando o Sereião até a partida final do campeonato 2018. Esta é a minha opinião, segue o jogo…


Hoje (01), Palmeiras e Bolívia realizam um duelo no Estádio Antônio Sereia em situações diferentes. O time do Bairro mais populoso de Valença, com autoestima elevada, pois venceu em sua estreia o Eterno Campeão – Valença Futebol Clube por três a 0 – diga-se de passagem, com muita autoridade. Acumula três pontos na competição e tem um saldo positivo de três gols. Um triunfo nesta tarde  com diferença de dois  gols,  o deixa o na primeira posição e na última rodada enfrentará o Ipiranga para consolidar a posição na tabela, lhe garantindo assim a vantagem de classificação direta para a semifinal.

O Verdão do Tento, na terceira posição no seu grupo (A), não começou bem a disputa. Com uma derrota e um saldo negativo de -2 gols e sabe da importância de pontuar, pois, na última partida da fase de grupos terá um confronto direto com o Tricolor da Matríz.

Palmeiras e Bolívia duas equipes iguais, porém muito diferentes no atual momento.

O Bolívia tem na individualidade e força do elenco seus pontos fortes. A qualidade individual de jogadores como Netinho, Elton, Alex e companhia, mostra a possibilidade de um time que joga em função das características destes atletas. Pelo lado do Palmeiras a situação é bem diferente. A derrota para o Ipiranga incendiou o vestiário. Diretores prometeram mudanças. Deverá entrar em campo com um time renovado. O entrosamento poderá ser um problema.

Mesmo sendo equipes com desnível técnico, tudo que envolve uma partida deste tamanho poderá trazer uma superação por parte do Periquito do Tento e fazer crescer o nível técnico neste confronto.

Por estas e por outras razões, antes de a bola rolar não tenho dúvida em afirmar que o favoritismo pende para o lado do Bolívia, entretanto, nada disto entrará em campo neste domingo (01), porque cada partida tem sua história. E a nova história de Palmeiras e Bolívia será reconstruída logo mais a partir das 16h00min. Em campo dois times de realidades diferentes, mas com peso das camisas no varal muito iguais. Vencerá quem conseguir resolver melhor os problemas que certamente surgirão no desenrolar da peleja.  Esta é a minha opinião, segue o jogo…


Esse manifesto vem em tempo, quando nosso colega foi atropelado ao pedalar em nossas estradas sem acostamento, sem infraestrutura ou apoio ao ciclista. E precisamos falar nisso, para não tapar o sol com a peneira e continuar pedalando sem considerar o óbvio: você poderá ser o próximo! Por mais que tenhamos cuidado, acessórios e horários diferenciados, não nos isenta do risco. Cabe ressaltar que mesmo as trilhas fora de estrada, muitas vezes passam antes em um trecho de estrada! Abandonar a bike não é uma possibilidade, então só resta a opção: lutar por estrutura, políticas de mobilidade urbana e pra isso… Mobilização!

Segundo Bernardo Toro mobilizar é “convocar as vontades em torno de uma causa comum”, então é preciso pensar sobre vontades e causas comuns: qual o seu propósito quando você sobe numa bike? Já pensou nisso? Existem causas comuns entre os grupos de ciclistas e pedaleiros ou o individual prevalece sobre as questões coletivas?

Ouço relatos sobre divisão de grupos de ciclistas nesta cidade: falta participação, integração (associativismo) e vejo, sinceramente, poucas iniciativas de inclusão e mobilização. Essas reflexões nos ajudaram a escolher outro caminho, centrando energia em ações destinadas às políticas que visam a segurança e estrutura para o ciclismo e, prioritariamente, a inserção de novos praticantes. Me surpreendeu, ao chamar de pedaleiro um rapaz que ia ao trabalho, de bike fixa, e ouvi do colega: “esse não tem nada de pedaleiro”. Ou seja, como disse Renata Falzoni (Bike é Legal), existem os que pedalam por opção e outros por falta de opção. Criamos assim… hierarquias! Inclusive entre experientes e iniciantes, pois a despeito da cooperação existente nos passeios, são exceção os eventos que buscam a difusão do esporte, principalmente, entre os que usam a bike como transporte. Será que estamos indo em direção à elitização?

Haveria uma certa alienação ao rodar em bikes caríssimas em uma cidade sem estrutura, acostamento e ciclovias, ou sem considerar a mobilização em torno de causas comuns? Às vezes o propósito de pedalar melhor, mais rápido, mais longe pode levar há uma competição exacerbada e a exclusão dos iniciantes. Vejo os recordes de trecho, os compartilhamentos de tempo e questiono se atingir um KOM[1] pode ser o único sentido do ciclismo? Respeito o desejo de progredir e melhorar sua performance porém, a competição nos distancia da cooperação e de um propósito maior: o fortalecimento do movimento ciclista. Talvez um dia tornemos a bike um meio de transporte viável e seguro.

Enfim, é neste contexto que surge o Karniça Bike, em meio a tantos outros grupos, para ocupar o segmento pouco explorado: o da inclusão e do fomento ao ciclismo. Como faz o Bike Anjo, queremos a inserção de novos, a valorização de todos os que pedalam, em qualquer bicicleta e mesmo com diferentes propósitos.

Nossa proposta, registrada nesse manifesto, é a de cooperar antes de competir, de incluir em vez de hierarquizar e lutar pelo desenvolvimento de estruturas para o ciclismo a partir da ampliação de praticantes e da mobilização em torno de causas comuns.

Reiteramos que, embora pouco lembrado, a bike é importante para um planeta sustentável: um meio de transporte ecológico e saudável. Nosso grupo tem como foco a difusão do esporte, a melhoria da saúde e a luta para que se torne meio de transporte. Priorizamos passeios inclusivos, a cooperação intra e intergrupal e a mobilização para a criação de estruturas para o uso seguro da bicicleta em nossa cidade e região.

Se há diferentes interesses no ciclismo, respeitamos quem pretende ser bruto ou galático, mas nossa prioridade são os peba, que apesar da simplicidade dos materiais, são essenciais para a ampliação e fortalecimento do movimento e consequente pressão por melhores estruturas.

A competição em nosso grupo é pessoal e o coletivo é sempre cooperativo. Aprender sobre a bike e buscar aperfeiçoá-la é importante, mas não é preciso de grandes investimos para alcançar nossos objetivos: simplicidade e companheirismo.

Fonte: Tarciso Botelho, ciclista do Karniça Bike.

Siga com a gente.

[1]     King of Montain (KOM/QOM) é recorde estabelecido pelo ciclista que usa o APP Strava em comparação com outros praticantes que usam o mesmo sistema.


Hoje o estádio Antônio Sereia, “santuário” do nosso futebol, abre seus portões para receber duas equipes classificadas antecipadamente (Bahia x Gandu), aliás, é bom lembrar que um dos adversários ainda nem estreou (Gandu). Talvez, aquele que não está acompanhando o campeonato fique surpreso. (Calma que eu explico: Flamengo, Skiva, Bahia e Gandu adversários da tarde de hoje (25) fazem parte do grupo B da competição). Ocorre que o Flamengo da Bolívia, correu, arredou pé. Surpreendendo a todos desistiu da disputa. Portanto, as três equipes da chave já estão classificadas, disputarão posições dentro da tabela.

Vamos ao jogo:

Qual a importância desta partida? Em princípio garantir a primeira posição no grupo que lhe dará o privilégio de ir direto para a semifinal. Outro aspecto interessante permitirá aos seus técnicos fazer algumas observações em suas equipes.

O Bahia da Baixa Alegre vem de uma derrota, o técnico Tony reconhece as fragilidades apresentadas e por isto fará algumas mudanças. Enquanto a equipe da cidade de Gandu estará realizando sua estreia e uma boa equipe é esperada. Quando representou o Palmeiras do Tento em outra oportunidade, o fez muito bem.  Por estas e por outras razões, o desportista tem motivos suficientes para comparecer ao Sereião nesta tarde chuvosa  de domingo. Esta é a minha opinião, segue o jogo…