Estão
levando os principais jogadores do futebol brasileiro que jogam por aqui.

Duas
razões. Uma delas a China é a segunda maior potência econômica mundial, com um
PIB de mais de 11 trilhões de dólares.

Outro
motivo: por trás deste volume de dinheiro derramado no futebol local, está a
influência do presidente chinês XI Jiping. Ele
estabeleceu um plano ousado de cinquenta metas, entre elas sediar uma copa do
mundo. A idéia é transformar em uma potência mundial do esporte.


O governo
chinês já determinou o ensino obrigatório do futebol nas aulas de educação
física nas escolas.

Além de
ter concedido uma série de incentivos fiscais a empresas que investirem no
esporte. O que difere aqui no Brasil que só permite abater impostos com o
patrocínio de modalidades consideradas amadoras.

Três
empresas destinam milhões de dólares às esquipes que já estão familiarizadas no
futebol brasileiro. Tinjian Quanjian, segunda divisão. (Luxemburgo), Shandong
Luneng (Mano Meneses e o Guangzhou Evergrande (Felipão)).

Muitas
figuras carimbadas do nosso futebol já levantaram vôo em busca de dólares e bom
lembrar muito dinheiro e livre de imposto de renda.

Apenas
para lembrar: Renato Augusto, Jadson, Luis Fabiano, Ralf. Ricardo Goulart,
Everton, Diego Tardeli, Giovânio, Lucas Fonseca, Jucilei, Paulinho, Elkeson,
Aloisio.

27
brasileiros estão por lá. O estrago pode ainda ser maior: a janela de transferência
do Campeonato chinês somente se encerra no próximo dia 26 de fevereiro.

Por estas por outras razões, e agora Dunga, o
que fazer?

Nossos
melhores jogadores motivados por conseguir suas independências financeiras estão
a jogar em ligas de baixa qualidade técnica, tática e estrutura de trabalho
deficitária.

Dunga deixou
de convocar: Tardelli, Ricardo Goulart e Everton por que foram para lá. O que
fazer agora? Os atletas colocaram a Seleção Brasileira em segundo plano. Além
disto, a nossa safra não é das melhores.

Dunga
acerta quando fica desconfiado de atletas selecionáveis que optam em jogar em
mercados menores, em situações de fraca preparação e reduzido poder de
competitividade.

Um
problema muito grave que só o futuro pode nos oferecer alguma resposta. Esta é  a minha opinião…

Esporte amador. O próprio nome traz em si o significado daqueles que são
abnegados e carregam este peso no dia a dia. Amador. Brincando com a palavra.
Ama- a- dor.

Agora já existe até um novo termo para estas pessoas: Sofrência.  Uma verdadeira sofrência fazer esporte amador
neste país.

A “sofrência” pode ser entendida como um estado de espírito,
quando alguém se sente desiludido e triste, seja por causa de um amor não
correspondido, uma decepção amorosa, traição. Formado a partir da junção das
palavras “sofrimento”
e “carência”, e etc. 
Quero trazer hoje para nossa reflexão um fato que me chamou atenção no
primeiro circuito esportivo do Guaibim. Um show de organização e brilho
técnico. Bons jogadores que mostraram suas habilidades nesta modalidade
esportiva.  

O público prestigiou e
vibrou, principalmente com a partida final entre Guaibim e Vitória do Bairro de
Ondina em Salvador.Um fato que me entristeceu: conversei com pessoas que inclusive tem
empreendimento no Guaibim, percebi satisfação e inquietação, uma mistura de
sentimentos.


Ouvi de um deles: “por que este evento está sendo realizado praticamente
com o fim do verão? Por que não antes”?
Questionei o diretor de esportes do município o professor Francisco de
Assis Pinto, e ele disse-me da luta para realizar este evento, desde outubro.
Foi realizado graças a uma parceria entre poder público municipal e iniciativa
privada, ótimo, que bom! Mas porque demorou tanto? Por que deu tanto trabalho a
diretoria de esportes para efetivar o evento.

Será possível que a gestão municipal não tem nenhuma dotação orçamentária
para o esporte?  Claro que tem. E se tem
porque eventos esportivos tem tanta dificuldade para que sejam realizados?
Por estas e por outras razões, deixo a seguinte pergunta a quem possa
interessar:
Se o Guaibim é o principal destino turístico de Valença; se empresários e
poder público reconhecem a importância daquele logradouro; se o esporte é uma
das atividades que mais atraem turistas; por que não faz parte da agenda, como
já faz parte a folia do ano novo, como querem transformar o São João em uma
festa obrigatória todos os anos. Por que para estes eventos os parceiros
aparecem e para o esporte tem tanta dificuldade?
Apenas questionamentos de um desportista que sabe   da sofrência que os abnegados sentem para
realizar seus sonhos e desejos, não apenas deles, mas também da comunidade que
aqui está e daqueles que nos visitam. Esta é a minha opinião segue o jogo.

Domingo (20),  pela manhã depois do Baba na AABB, que fui,
mas, não fui. 
Deixa eu explicar: com apenas três minutos em campo sentir uma
contusão a qual me tirou da semifinal, também na AABB pelo campeonato de masters, categoria acima de quarenta anos.

Fui, mas não fui. Estive em campo
e não joguei. O sentimento é o mesmo de não ter ido. Entendeu? É mesmo que:
fui, mas não fui.

Deixando a prolixidade de lado: Pessoa prolixa: Complicada, usa muitas palavras para dizer o óbvio, nada
claro ao expor ideias, sem poder de síntese. O candidato é prolixo e se
atrapalha ao tentar expor suas ideias e objetivos.

Como nos diz, senhorzinho Malta,
vamos deixar os entretantos de lado, vamos aos finalmentes. Ao que interessa.

Tostão  em seu texto dominical,
escreveu: o rio que passa por sua aldeia é o rio mais bonito do mundo, porque é
o rio que passa por sua aldeia. Esta frase pertence a uma das feras da
literatura mundial, o português Fernando Pessoa.

Por mais que eu fale do futebol
em suas diversas dimensões. Estadual, nacional e internacional. É muito gostoso
falar do esporte local. Futebol ou outras modalidades.

E o nosso futebol? O que será que
vai mudar para o próximo ano? Será que são necessárias algumas mudanças?

O presidente Edmundo assim que
foi reconduzido ao cargo prometeu mudanças. Informatização, fortalecer o
futebol de base e o campeonato forte.

Será que ele cumpriu o que
prometeu? Será que os dirigentes, os eleitores, se lembram das promessas?

Fim do campeonato local, nosso
selecionado foi eliminado do intermunicipal no final do mês de outubro.
Dezembro, já está no fim. Os dirigentes já estão cobrando decisões para 2016. Ainda que seja  tarde, mas ainda
em tempo de acontecer uma avaliação e um planejamento para 2016.

Por estas por outras razões,
espera-se que surjam algumas novidades, que os erros sejam reparados e o que
deu certo seja melhorado, por que time que está ganhando também se mexe. Para
melhorar é claro. Esta é a minha opinião…. Segue o jogo…

2015, está chegando ao seu fim.
Chegou a hora do balanço. Momento de apurar os resultados. Analisar o projeto
em ação de 2015.


Será que temos muito a comemorar
ou a lamentar? No futebol profissional, quais os ganhos? Quais as perdas?


Se o primeiro semestre foi bom
para o Bahia, foi péssimo para o Vitória. No segundo semestre, a história se
inverteu: bom para o Leão, péssimo para o Bahia. E os outros clubes: mudou
alguma coisa? Nada, continua tudo com antes no quartel de Abrantes. Continua a
mesma dança, o mesmo ritmo.


No futebol amador, mais um
intermunicipal conquistado pela seleção de Santo Amaro pela quinta vez. Em
Valença um excelente campeonato, conquistado merecidamente de forma inédita
pelo Bolívia depois de várias tentativas.


O selecionado de Valença teve uma
boa participação no intermunicipal, saiu com um sentimento que podia mais.
Algumas revelações regionais. Um trabalho bem feito. A arbitragem valenciana
teve um bom desempenho. Deixou a esperança que 2016 seja muito melhor.


Vem aí 2016. Pela primeira vez o
continente sul americano recebe uma olimpíada e será aqui no Brasil.


Será um ano diferente,
principalmente para o futebol brasileiro.

Com aprovação da Lei de
Responsabilidade no Esporte, o chamado Profut, os clubes que aderiram ou não ao
refinanciamento e parcelamento de suas dívidas com o governo federal somente
poderão investir 70% dos seus orçamentos no futebol. A partir de janeiro, todos
os clubes precisão ter certidões negativas para colocar em campo equipes profissionais.


Os salários e as dívidas
tributárias deverão ser pagos em dia. Os atrasos poderão proporcionar até o
rebaixamento do time nos campeonatos nacionais. Evidente que essa determinação,
que também foi parar no Estatuto do Torcedor, causa calafrios nos clubes e nas
entidades.

Inclusive, de quem partirá a
denúncia e quem vai fazer cumprir? Serão os torcedores que denunciarão times
inadimplentes? E para quem?


Outra coisa: quem vai fazer
cumprir o rebaixamento? As entidades organizadoras perderam o direito de
punição com a Lei Pelé. Seria o Superior Tribunal de Justiça Desportiva? Seria
a Justiça Comum? Advogados que militam na área esportiva também fazem essas
perguntas e buscam as respostas.


O que se sabe é que se trata de
um assunto muito sério e que a Europa 
precisou de cinco anos para colocar em
prática. Não foi numa canetada pura e simples como foi feito aqui.


Por estas e por outras razões: O cenário que se desenha é de
incerteza quanto à permanência de muitos clubes na vida esportiva nacional. 2016
pode ser o ano tenebroso dos clubes. Vamos esperar. Esta é a minha opinião,
segue o jogo…


Eis a questão!
No sábado próximo passado viajei para
a cidade de Uruçuca, com antecedência, para trabalhar no jogo de ida da final
do campeonato intermunicipal 2015.  Tive
a honra de analisar a partida ao lado de uma das melhores cabeças do futebol
baiano: Mário Freitas. Temporariamente, fiz parte da equipe Alto Astral.
A minha viagem um dia antes para a Terra do Cacau,
tinha uma intenção: vivenciar o ambiente do pré-jogo. Conversei com torcedores,
dirigentes, atletas e ex atletas.

Tive a alegria de reconstruir a
história daquela grande seleção santamarense da década de 90, junto ao ex-grande
goleiro Romildo, que sucedeu o não menos brilhante goleiro Rico.

Também, pude recuperar junto ao
senhor Gilson Santos, hoje coordenador técnico da Seleção de Uruçuca. A grande
final do ano dois mil, quando Uruçuca foi vice-campeã diante da Seleção de
Madre Deus. 
Conversas de Botequim: “o triunfo de Uruçuca por 1 a 0 sobre a
Seleção de Santo Amaro foi um resultado magro”.
“Não importa o placar. Até meio a
zero vale. O importante foi o triunfo”. “O resultado é magro e perfeitamente
reversível”
A Seleção de Uruçuca perdeu a
grande oportunidade de encaminhar o título na tarde daquele domingo, junto ao
seu torcedor. Diga-se de passagem, as torcidas fizeram um show à parte.
Ley, o craque uruçuquense esteve
aquém do que é capaz, porém, teve uma participação na construção da jogada do único
gol da partida.
O time todo de Moisés Alves, não
foi capaz de repetir aquele jogo insinuante e veloz como de costume dentro do
Ferreirão.
Já o selecionado de Santo Amaro
não realizou um grande primeiro tempo. Com a casinha fechada jogava por uma
bola. Limitou-se a defender e sair em conta gotas para os ataques que foram
anulados pela consistência defensiva da Seleção Local.
Os jogadores de Santo Amaro
foram aguerridos e disciplinados taticamente – No segundo tempo até que mereceu
fazer um golzinho.  Não seria nada mal… 
O resultado é magro e perfeitamente reversível no Estádio Municipal lá na Terra
do senhor Caetano Emanuel Telles Vianna Veloso. 
Uma figura ilustre e ilustrada da nossa Bahia musical.
No entanto, nunca é demais
lembrar que a Seleção de Uruçuca em 17 jogos, portanto, hum mil seiscentos e
quinze minutos levou apenas três gols. Nas últimas 06 partidas não levou nenhum
gol. Tem o vice artilheiro da competição, Kaká com 18 gols. O que lhe credencia
a segurar o ímpeto da turma de Careca.
Já a Seleção santa amarense tem 14 gols na
sacola. Tem o ataque mais positivo e o artilheiro Marcelo com 22 gols marcados.
O resultado final está aberto.
Qualquer palpite, não passará de especulações ou desejos de corações
apaixonados.  Ambas as equipes têm
estatura, estrutura e futebol para conquistar o troféu que leva o nome do
expoente da musica brasileira o baiano de Irará, Antônio José de Santana Martins,
Tom Zé. 
Por estas e por outras razões. Que
vença o melhor…  Esta é a minha
opinião, segue o jogo…

Futebol é resultado? Se futebol é resultado, qualquer um analisa futebol.
É mais fácil que andar para a frente.

Até a derrota para o selecionado de Uruçuca, diga-se de passagem, normal,
porém muito ruim para o futebol valenciano, se analisarmos apenas pela ótica do
resultado. Assim fica fácil, qualquer um chega a esta conclusão.

Ocorre que o resultado pode ser consequência do desempenho de uma única
partida. Portanto, ele por si só, não explica o conjunto da obra.

A goleada sofrida pelo selecionado
valenciano, muito menos a derrota de Uruçuca aqui no Sereião, isoladamente,
elas não dão o significado real das possibilidades duas seleções. É muito
pouco!

Triste foi o tamanho do placar, não a derrota. Os dois resultados foram
normais. A classificação  da Seleção de Uruçuca
foi merecida por conta do investimento, do trabalho realizado e dos resultados
obtidos. Pelo conjunto da obra, e não pelo resultado isolado. O simples
resultado não explica a campanha.

Agora, será o sexto ato do Campeonato Intermunicipal. A semifinal. Quatro
seleções cascudas em busca de duas vagas. Quatro seleções merecedoras do título
por tudo que foi realizado até agora. Os maiores investimentos da competição.
Os melhores elencos. Das quatro, apenas a Seleção de Uruçuca ainda não
conquistou nenhuma taça. Tem apenas um vice-campeonato em sua história.

Hoje (15), à tarde será dada a largada. Santo Amaro e Itamaraju levam a
vantagem de realizar o jogo de volta em casa. Pelo equilíbrio das quatro
seleções na competição tenho dúvidas se isto na pratica representa alguma
vantagem. Por exemplo, Uruçuca tem sido impiedoso dentro de casa e isto pode
fazer a diferença. Eunápolis, atual campeã da Copa do Descobrimento, talvez
seja a mais entrosada, os jogadores estão há mais tempo juntos.

Por estas e por outras razões, o planeta bola é cheio de surpresas, entretanto,
futebol tem uma lógica. Lógica do capital. Quem sabe utilizar o capital
investido tem mais chances de conquistas. Neste quesito, Santo Amaro, Uruçuca,
Itamaraju e Uruçuca estão em condições de igualdade. 
Portanto, o diferencial
competitivo está reservado para dentro das quatro linhas. As quatro tem cacife
para conquistar o título de campeão- 2015. Esta é a minha opinião. Segue o
jogo…

Comentar pós jogo é muito fácil. Nesta segunda feira, um dia
após a derrota em Uruçuca por um placar elástico, 5 a 1. Vi e escutei muita
gente tentando explicar a goleada sofrida pelo escrete valenciano no último
domingo.

Ocorre que esta não foi a primeira e nem será a última
derrota por goleada em uma partida de futebol. Faz parte do planeta bola.
Será que filosofar um pouco nos ajuda a juntar os cacos e
dar volta por cima. 
Filosofar significa, pensar ou refletir sobre fatos. Na
vitória nem sempre é possível. Já a derrota é um momento essencial para
reflexões.
Só aqueles que aprenderam que para terem uma vitória, uma
conquista, para serem vencedoras num plano ou sonho, irão perder.
“Sofreram. Caíram. Mas nunca desistiram, pois sabem que em
cada investida no caminho da realização de um sonho, quando ocorre uma derrota,
será uma lição a ser assimilada e um degrau na subida do seu sucesso e
realizações”.
Dizem que Thomas Edison só chegou na lâmpada elétrica que
conhecemos hoje após 10 mil experiências. Imagine se ele “jogasse a
toalha” no primeiro fracasso de seus experimentos. Para ser considerado
“o gênio da lâmpada elétrica”, Thomas Edison venceu em cima de 10 mil
experimentos, de erros e acertos.
Quem nunca perdeu, quem nunca aceitou ou assimilou uma
derrota, nunca será um vencedor.
Uma pergunta que cabe neste momento de dificuldades para o
nosso selecionado. Será que este grupo tem competência para assimilar esta
derrota para dar um salto e ir em busca da vitória no próximo domingo. Um
trabalho para todos: torcedores, diretores, comissão técnica e atletas. Uma
certeza eu tenho: sozinho não se consegue reverter está situação. Não existe
Salvador da Pátria. Futebol é um esporte coletivo.
O que faltou ao nosso selecionado? Humildade, experiência ou
inteligência de jogo? “Quando se trata de discussão futebolística, não há fatos
concretos, mesmo que você reveja o replay da jogada várias vezes”. Ainda assim
há de pairar “certa dúvida”.
Por estas e por outras razões, é bom lembrar que o jogo ainda
não terminou, em futebol o único fato concreto é o resultado do jogo terminado.
“No futebol, nem sempre 2 e dois são quatro”. 
O momento não é de encontrar
culpados. Todos perderam.
Como nos diz Vandré: “Quem sabe faz a hora não espera
acontecer”. Portanto, Capitão, mãos à obra. Vamos correr atrás do lucro porque
no prejuízo já estamos. Esta é a minha opinião. Segue o jogo, caro leitor…